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- 20h55
- 23Nov
Salve amigos blogueiros depois de ver o campeonato de Haleiwa fiquei muito triste de não ver os brasileiros se dando bem.
Os últimos três sobreviventes que tentaram marcar um resultado na primeira etapa da Triple Crown, Pigmeu,Polo e André Silva não suportaram a pressão e acabaram eliminados nas oitavas.
Deixando assim as últimas vagas do ranking do WQS abertas para a última etapa do ano, a mais dificel de competir, Sunset.
A temporada começou boa mas durante os primeiros dias de Haleiwa o swell não chegou como algusn queriam, os merrequeiros estavam avançando e os grandes nomes das ondas grandes perdendo.
Quando o swell chegou os big riders sobreviventes conseguiram mostrar seu surf, caso de Sunny Garcia que desde o primeiro round veio massacrando as ondas.
Alguns top 44 se inscreveram para esse evento para tentar conquistar a Triple Crown, um título muito cobiçado mas nem todos surfaram no último dia que nem Joel Parkinson.
O australiano fez um tubo incrivel, um dos melhores que já vi em Haleiwa e tirou a nota 10 deixando Mick Fanning preocupado, porque durante a sua performance Mick estava comentando e assistindo o campeonato.
Joel sempre compete nesses eventos, ele sabe como é positivo chegar antes no hawaii, surfar várias ondas diferentes e colocar as pranchas no pé para Pipeline, a última e decisiva etapa do tour.
E como ele tá sendo chamado de amarelão a sua boa performance em Haleiwa e Sunset pode deixar a pressão para Mick.
Mas lembre-se, Joel sempre se deu bem nas ondas de Pipe e Backdoor enquanto Mick ainda não conseguiu mostrar seu surf nessa bancada.
Só saberemos no final de dezembro, o último dia do Pipemaster vai ser o dia de coroação do campeão mundial.
Bora torcer para os brasileiros em Sunset, a última tentativa do ano no WQS.
Boas Ondas
Boomsky
Renan Rocha
Os últimos três sobreviventes que tentaram marcar um resultado na primeira etapa da Triple Crown, Pigmeu,Polo e André Silva não suportaram a pressão e acabaram eliminados nas oitavas.
Deixando assim as últimas vagas do ranking do WQS abertas para a última etapa do ano, a mais dificel de competir, Sunset.
A temporada começou boa mas durante os primeiros dias de Haleiwa o swell não chegou como algusn queriam, os merrequeiros estavam avançando e os grandes nomes das ondas grandes perdendo.
Quando o swell chegou os big riders sobreviventes conseguiram mostrar seu surf, caso de Sunny Garcia que desde o primeiro round veio massacrando as ondas.
Alguns top 44 se inscreveram para esse evento para tentar conquistar a Triple Crown, um título muito cobiçado mas nem todos surfaram no último dia que nem Joel Parkinson.
O australiano fez um tubo incrivel, um dos melhores que já vi em Haleiwa e tirou a nota 10 deixando Mick Fanning preocupado, porque durante a sua performance Mick estava comentando e assistindo o campeonato.
Joel sempre compete nesses eventos, ele sabe como é positivo chegar antes no hawaii, surfar várias ondas diferentes e colocar as pranchas no pé para Pipeline, a última e decisiva etapa do tour.
E como ele tá sendo chamado de amarelão a sua boa performance em Haleiwa e Sunset pode deixar a pressão para Mick.
Mas lembre-se, Joel sempre se deu bem nas ondas de Pipe e Backdoor enquanto Mick ainda não conseguiu mostrar seu surf nessa bancada.
Só saberemos no final de dezembro, o último dia do Pipemaster vai ser o dia de coroação do campeão mundial.
Bora torcer para os brasileiros em Sunset, a última tentativa do ano no WQS.
Boas Ondas
Boomsky
Renan Rocha
- 13h00
- 19Nov
Salve amigos blogueiros, na segunda-feira que vem teremos no Planeta EXPN um dos maiores surfistas do Brasil.
Carlos Lima ou Tinguinha foi e é um dos ícones do surf brasileiro.
Nao vou contar sua carreira ou fazer qualquer notícia antes do nosso papo no programa, ao vivo na segunda-feira que vem.
Mas com muito orgulho tive chances de competir e viajar para Puerto Escondido atrás das ondas tubulares.
Uma das viagens que mais me marcou foi essa do Mexico pelas as ondas.
Mas uma das milhões de viagens que nos deixou mais próximos, foi logo no começo do nosso ataque no World Tour.
Era uma viagem para a África do Sul, nesse momento o país passava pelo auge do Apartheid, as pessoas de cor nem poderiam ir para a praia e de repende chega um dos melhores surfistas brasileiros para competir com a pele escura, andando normalmente nas areias de Durban atrás do seu destino.
Um sul africano simplesmente colou na gente e veio para torcer pelo Tinga, toda bateria ele vibrava com a vitória de um irmão de cor que ele nem conhecia, mas sabia que ali era um pingo de esperança da humanidade perder os pré-conceitos, principalmente a África.
Subindo para o nosso apartamento onde estavamos hospedados, tivemos que pegar o elevador, estavamos ali esperando a porta fechar, quando apareceu um sul africano que ao ver o Tinguinha dentro do elevador se recusou a entrar.
Como eu era moleque e nunca tinha passado por isso na vida fiquei na espera da reação do Tinga.
O nosso guerreiro poderia ter feito qualquer movimento desagradável ou ter ficado desconfortável naquela situação, mas acabou nem ligando e ainda fez uma brincadeira que deixou todos dentro do elevador dando risada.
Esse é o nosso Tinguinha, carismático, honesto e muito talentoso para driblar os problemas da vida.
Hoje a África do Sul é livre do Apartheid e teremos o maior evento esportivo do mundo, A Copa do Mundo, em uma país repleto de altas ondas mas com muito tubarão....ehehe
Tinguinha volta pro Brasil depois de morar alguns anos em Portugal e juntando toda essa bagagem dentro dos seus bons anos vividos, nós brasileiros, temos só que agradecer a repatriação de um dos maiores surfistas brasileiros.
Bem vindo Tinga, o surf brasileiro agradece.....
Boas Ondas
Boomsky
Renan Rocha
Carlos Lima ou Tinguinha foi e é um dos ícones do surf brasileiro.
Nao vou contar sua carreira ou fazer qualquer notícia antes do nosso papo no programa, ao vivo na segunda-feira que vem.
Mas com muito orgulho tive chances de competir e viajar para Puerto Escondido atrás das ondas tubulares.
Uma das viagens que mais me marcou foi essa do Mexico pelas as ondas.
Mas uma das milhões de viagens que nos deixou mais próximos, foi logo no começo do nosso ataque no World Tour.
Era uma viagem para a África do Sul, nesse momento o país passava pelo auge do Apartheid, as pessoas de cor nem poderiam ir para a praia e de repende chega um dos melhores surfistas brasileiros para competir com a pele escura, andando normalmente nas areias de Durban atrás do seu destino.
Um sul africano simplesmente colou na gente e veio para torcer pelo Tinga, toda bateria ele vibrava com a vitória de um irmão de cor que ele nem conhecia, mas sabia que ali era um pingo de esperança da humanidade perder os pré-conceitos, principalmente a África.
Subindo para o nosso apartamento onde estavamos hospedados, tivemos que pegar o elevador, estavamos ali esperando a porta fechar, quando apareceu um sul africano que ao ver o Tinguinha dentro do elevador se recusou a entrar.
Como eu era moleque e nunca tinha passado por isso na vida fiquei na espera da reação do Tinga.
O nosso guerreiro poderia ter feito qualquer movimento desagradável ou ter ficado desconfortável naquela situação, mas acabou nem ligando e ainda fez uma brincadeira que deixou todos dentro do elevador dando risada.
Esse é o nosso Tinguinha, carismático, honesto e muito talentoso para driblar os problemas da vida.
Hoje a África do Sul é livre do Apartheid e teremos o maior evento esportivo do mundo, A Copa do Mundo, em uma país repleto de altas ondas mas com muito tubarão....ehehe
Tinguinha volta pro Brasil depois de morar alguns anos em Portugal e juntando toda essa bagagem dentro dos seus bons anos vividos, nós brasileiros, temos só que agradecer a repatriação de um dos maiores surfistas brasileiros.
Bem vindo Tinga, o surf brasileiro agradece.....
Boas Ondas
Boomsky
Renan Rocha
- 15h30
- 15Nov
Blogueiros, muito bom dia.
A primeira etapa da Triple Crown hawaiana começou com ondas bem pequenas, mais parecia um evento em qualquer verão europeu ou brasileiro do que uma etapa no inverno hawaiano
Haleiwa, umas das direitas mais performances do North Shore, tem seus dias de glória mas precisa de um swell de oeste, o de norte também quebra mas o de oeste faz as ondas enroscarem na bancada deixando a face bem manobrável independente do tamanho do swell.
Quando eles colocam o primeiro round logo em ondas pequenas mostram que até o momento a previsão não é boa.
As pequenas ondas acabam formando a esquerda e não a direita, mudando totalmente o "feeling" do campeonato, até porque os competidores acabam usando as pranchas merrequeiras e procuram as pequenas esquerdas que atravaessam a praia de ponta a ponta para arrancarem nota dos juízes.
Fato, totalmente diferente do cotidiano de competições em Haleiwa.
Dias como esse são frequentados pelas famílias locais que aproveitam o maravilhoso dia para surfar com as crianças e amigos, nada de high performance.
Mas quando o assunto é a Triple Crown, essas ondas no Hawaii.
Alguns aparecem e roubam a cena, esses podem ser os hawaianos, Sunny Garcia, Andy e Bruce Irons ou Pancho Sullivan que juntos em uma bateria de quatro competidores deixa qualquer surfista de olho na água para assistir, principalmente se o mar subir para as fases seguintes.
Os hawaianos já estão prontos, o evento de Sunset de quatro estrelas que rola antes de Haleiwa quebrou com altas ondas, favorecendo os primeiros que chegaram no North Shore.
A temporada mal começou mas o dia a dia de surf com as suas pranchas do quiver, sem o jetleg e ainda se acostumando com a pressão dos locais favorece aos surfistas que conseguem se adptar mais fácil.
Alguns ainda vão sentir em Haleiwa essa combinação de fatores mas outros terão sorte e alguns saírão do Hawaii consagrados.
Hawaii 09/10 começou, agora vamos ver quem será coroado e quem vai entrar na elite.
Sorte para os brasileiros....Boas Bombas....ehehe
Boas Ondas
Boomsky
Renan Rocha
A primeira etapa da Triple Crown hawaiana começou com ondas bem pequenas, mais parecia um evento em qualquer verão europeu ou brasileiro do que uma etapa no inverno hawaiano
Haleiwa, umas das direitas mais performances do North Shore, tem seus dias de glória mas precisa de um swell de oeste, o de norte também quebra mas o de oeste faz as ondas enroscarem na bancada deixando a face bem manobrável independente do tamanho do swell.
Quando eles colocam o primeiro round logo em ondas pequenas mostram que até o momento a previsão não é boa.
As pequenas ondas acabam formando a esquerda e não a direita, mudando totalmente o "feeling" do campeonato, até porque os competidores acabam usando as pranchas merrequeiras e procuram as pequenas esquerdas que atravaessam a praia de ponta a ponta para arrancarem nota dos juízes.
Fato, totalmente diferente do cotidiano de competições em Haleiwa.
Dias como esse são frequentados pelas famílias locais que aproveitam o maravilhoso dia para surfar com as crianças e amigos, nada de high performance.
Mas quando o assunto é a Triple Crown, essas ondas no Hawaii.
Alguns aparecem e roubam a cena, esses podem ser os hawaianos, Sunny Garcia, Andy e Bruce Irons ou Pancho Sullivan que juntos em uma bateria de quatro competidores deixa qualquer surfista de olho na água para assistir, principalmente se o mar subir para as fases seguintes.
Os hawaianos já estão prontos, o evento de Sunset de quatro estrelas que rola antes de Haleiwa quebrou com altas ondas, favorecendo os primeiros que chegaram no North Shore.
A temporada mal começou mas o dia a dia de surf com as suas pranchas do quiver, sem o jetleg e ainda se acostumando com a pressão dos locais favorece aos surfistas que conseguem se adptar mais fácil.
Alguns ainda vão sentir em Haleiwa essa combinação de fatores mas outros terão sorte e alguns saírão do Hawaii consagrados.
Hawaii 09/10 começou, agora vamos ver quem será coroado e quem vai entrar na elite.
Sorte para os brasileiros....Boas Bombas....ehehe
Boas Ondas
Boomsky
Renan Rocha
- 13h52
- 12Nov
Sunset Beach, North Shore, Oahu, Hawaii.
Foto: KELLY CESTARI (ASP IMAGES)
Não tinha muita gente surfando, mas um carioca veio conversar comigo no line up falando de fundo artificial.
Lembrei das propostas, dos comunicados e de toda as histórias feitas por aqueles que sonham em surfar ondas sem crowd, sem briga e principalmente, aqueles com mais idade, poder pegar a onda no lugar certo sem a energia da disputa.
Um sonho para qualquer um......ehehehe
E o mais interessante nesse papo, foi que ele adiantou uma nova versão de um fundo artificial que tá para aparecer no mercado.
Esse novo fundo vai ser móvel, isso mesmo, móvel.
Podemos levar e colocar em qualquer praia...Imaginem?
Vai ser o futuro mais próximo de sonhos de qualquer um, seja ele um mero freesurfer, ou um organizador de campeonato que vai poder levar seu evento para praias que até hoje não viram surf.....eheheh
Não posso e nem devo falar nada sobre esse novo projeto que vem com a intenção de fazer as ondas se dissiparem e não fazê-las quebrarem de encontro a uma bancada artificial.
Esse projeto deixa a forma de concreto moldada para fazer o fundo, arcaico.
Muitas informações ainda vão aparecer para tirarmos as dúvidas mas o agora não é ficar pensando sobre esse fundo artificial móvel e sim torcer para que ele ano que vem apareça na nossa costa.
Porque antes da copa do mundo ele deve estar presente em algum estado do nosso Brasil, deveria ter aparecido esse ano mas a crise adiou essa nova forma de fazer ondas perfeitas.
A empreitada é privada e ano que vem vamos ver essa nova mudança de pensamento sobre fundos artificiais aparecer na nossa realidade.
Boas Ondas
Boomsky
Renan Rocha
- 12h00
- 08Nov
Nicol no Cold Water Classics da Califórnia
Crédito da imagem: ASP North America
Crédito da imagem: ASP North America
Salveeeee blogueirosss, fim de semana cheio de decisões no futebol brasileiro e também no surf brasileiro pelo mundo á fora.
As etapas do WQS que rolaram simultâneamente nas Canárias e em Santa Cruz na Califórnia deixaram alguns brasileiros bem no ranking.
É o caso do gaúcho Rodrigo Dornelles que no momento está entre os 15 melhores, junto com ele, só Jadson André, estão figurando seus nomes para a elite do ano que vem.
Mas Marco Polo, Léo Neves e Willian Cardoso estão na boca para entrarem só que agora depende das etapas do Hawaii.
Em Canárias, Bernardo Pigmeu ficou em segundo e soma mais um bom resultado e em Santa Cruz, Alejo Muniz tá surfando muito mostrando que no ano que ele quiser entrar no WCT ele vai entrar.
A sequência de resultados expressivos de Muniz mostram que ele é um dos melhores surfistas pro juniors do mundo.
Sempre subindo no pódio, sempre inovando as manobras e sempre competindo bem, Alejo fechou as quartas de final com Adriano de Souza, outro atleta que sabe que precisa competir no EUA para ganhar nome e moral para ser campeão mundial mostrando a força do surf brasileiro pelo mundo da ASP.
A próxima e decisiva parada começa em Haleiwa e nessas ondas a diferença entre os homens e as crianças fazem a diferença.
Parabéns ao Pedra que veio aos poucos subindo no ranking parecendo o São Paulo, um dos times do futebol brasileiro.
A frente fria tá chegando, tomara que as ondas apareçam....ehehehe
Boa Semana
Boas Ondas
Boomsky
Renan Rocha
- 16h50
- 05Nov
Blogueiros de plantão, depois da última etapa do SuperSurf o ar que fica na atmosfera é de final de ano, mas o ano ainda não acabou.
Nesse exato momento dois eventos importantes em continentes diferentes, um na América do Norte, em Santa Cruz e o outro nas Ihas Canárias na Espanha fazem o circuito do WQS ficar emocionante.
Com certeza a opção de escolha foi as ondas e o valor da viagem para alguns competidores porque, os pontos em disputa, são importantes em ambos.
Infelizmente Willian Cardoso, um dos quinze primeiros rankiados, perdeu de cara e agora vai para o Hawaii para o tudo ou nada.
Mesmo esses eventos distribuindo muitos pontos não deixa o Hawaii fora da disputa máxima.
O grande palco vai coroar o campeão mundial e ainda colocar os surfistas de Haleiwa e Sunset, etapas do WQS, na cena do Dream Tour ano que vem.
A temporada já começou, o XCEL Pro, evento de poucas estrelas em Sunset que sempre dá o ponta pé inicial nas competições no Hawaii já rolou com altas ondas.
Andy Irons, Sunny Garcia e toda sua trooper mostraram apetite para roubar a cena.
Por isso o final do ano ainda nem começou, só podemos falar fim na última etapa do ASP World Tour em Pipeline no dia 20 de dezembro.
Enquanto isso vamos torcer para os brasileiros no WQS.
Boas Ondas
Boomsky
Renan Rocha
Nesse exato momento dois eventos importantes em continentes diferentes, um na América do Norte, em Santa Cruz e o outro nas Ihas Canárias na Espanha fazem o circuito do WQS ficar emocionante.
Com certeza a opção de escolha foi as ondas e o valor da viagem para alguns competidores porque, os pontos em disputa, são importantes em ambos.
Infelizmente Willian Cardoso, um dos quinze primeiros rankiados, perdeu de cara e agora vai para o Hawaii para o tudo ou nada.
Mesmo esses eventos distribuindo muitos pontos não deixa o Hawaii fora da disputa máxima.
O grande palco vai coroar o campeão mundial e ainda colocar os surfistas de Haleiwa e Sunset, etapas do WQS, na cena do Dream Tour ano que vem.
A temporada já começou, o XCEL Pro, evento de poucas estrelas em Sunset que sempre dá o ponta pé inicial nas competições no Hawaii já rolou com altas ondas.
Andy Irons, Sunny Garcia e toda sua trooper mostraram apetite para roubar a cena.
Por isso o final do ano ainda nem começou, só podemos falar fim na última etapa do ASP World Tour em Pipeline no dia 20 de dezembro.
Enquanto isso vamos torcer para os brasileiros no WQS.
Boas Ondas
Boomsky
Renan Rocha
- 20h15
- 01Nov
Salve blogueiros de plantão, ninguém imaginava que o SuperSurf fosse ter um final de ano emocionante mesmo nas condições bem pequenas das ondas nesse domingo.
O carioca Pedro Henrique veio atropelando seus adversários até chegar na final, precisava ganhar já que Messias Félix estava na frente do ranking.
Jano Belo que veio o ano todo sendo o favorito surfou bem todo o campeonato mas acabou perdendo no round que poderia ter lhe dado o título.
Na areia o cearense ficou torcendo pela derrota de Pedrinho que estava na água contra David do Carmo, ambos surfando de backside.
As micros direitas que entravam na bancada com a maré enchendo deram chance para os finalistas surfarem.
E onda a onda a final foi desenhando uma das baterias mais importantes do ano, ninguém achou que ia ser emocionante mas a eficiência de Pedrinho e David levou a praia ao delírio.
No final, bem no final, o carioca tentou uma reação e quase virou a bateria mas logo em seguida o paulista da Praia Grande sacramentou o resultado surfando a última onda do ano e deu o título de 2009 para Messias Félix.
No feminino foi a vez de Suelen Naraisa, depois da derrota de Andrea Lopes para a Nathalie Martins na primeira semi-final a ubatubense entrou na água na segunda semi como a grande campeã brasileira de 2009 e acabou fechando a final contra Nathalie.
A final foi disputada mas o surf de frontside dessa jovem paranaense fez mostrar que as meninas começaram a mostrar as quilhas nas manobras levantando o público feminino na areia.
Até a Silvana Lima, nossa melhor atleta do circuito mundial, deu seu ar da graça no evento, fortalecendo o surf feminino
Parabéns a Suelen que veio vários anos tentando esse título e agora ela pode comemorar porque foi um dos anos mais disputados onde doze atletas chegaram com chance de título no Rio de Janeiro.
Fim de ano, fim de festa e começo de festa para Messias e Suelen coroados campeões brasileiros de 2009.
Ano que vem tem mais mas agora o SuperSurf vira etapas do WQS, o sonho de Roberto Perdigão, diretor da ASP South America, vira realidade mas o surf brasileiro continua forte e uma nova agência entra em cena para somar.
Em breve mais notícias da ABRASP com todas as novidades.
Boa semana
Boomsky
Renan Rocha
O carioca Pedro Henrique veio atropelando seus adversários até chegar na final, precisava ganhar já que Messias Félix estava na frente do ranking.
Jano Belo que veio o ano todo sendo o favorito surfou bem todo o campeonato mas acabou perdendo no round que poderia ter lhe dado o título.
Na areia o cearense ficou torcendo pela derrota de Pedrinho que estava na água contra David do Carmo, ambos surfando de backside.
As micros direitas que entravam na bancada com a maré enchendo deram chance para os finalistas surfarem.
E onda a onda a final foi desenhando uma das baterias mais importantes do ano, ninguém achou que ia ser emocionante mas a eficiência de Pedrinho e David levou a praia ao delírio.
No final, bem no final, o carioca tentou uma reação e quase virou a bateria mas logo em seguida o paulista da Praia Grande sacramentou o resultado surfando a última onda do ano e deu o título de 2009 para Messias Félix.
No feminino foi a vez de Suelen Naraisa, depois da derrota de Andrea Lopes para a Nathalie Martins na primeira semi-final a ubatubense entrou na água na segunda semi como a grande campeã brasileira de 2009 e acabou fechando a final contra Nathalie.
A final foi disputada mas o surf de frontside dessa jovem paranaense fez mostrar que as meninas começaram a mostrar as quilhas nas manobras levantando o público feminino na areia.
Até a Silvana Lima, nossa melhor atleta do circuito mundial, deu seu ar da graça no evento, fortalecendo o surf feminino
Parabéns a Suelen que veio vários anos tentando esse título e agora ela pode comemorar porque foi um dos anos mais disputados onde doze atletas chegaram com chance de título no Rio de Janeiro.
Fim de ano, fim de festa e começo de festa para Messias e Suelen coroados campeões brasileiros de 2009.
Ano que vem tem mais mas agora o SuperSurf vira etapas do WQS, o sonho de Roberto Perdigão, diretor da ASP South America, vira realidade mas o surf brasileiro continua forte e uma nova agência entra em cena para somar.
Em breve mais notícias da ABRASP com todas as novidades.
Boa semana
Boomsky
Renan Rocha
- 21h50
- 30Oct
Salve blogueiros de plantão, o Super Surf começou com força total, altas ondas ontem com vários atletas pegando alguns tubos deixando o show mais bonito.
E hoje mesmo com o swell menor algumas ondas ainda existiam pela parte da manhã e uma onda memorável foi a nota 10 do André Silva que pegou uma dos melhores tubos vistos no meio da barra.
A briga pelo título continua aberta com Jano Belo, Messias Félix e Pedro Henrique, o carioca é oque está mais distante, sua missão é vencer ou vencer.
As meninas entram na água amanhã e doze candidatas poderão aparecem matemática com chances.
E como é o fim do ano várias mudanças começaram aparecer no cenário do surf brasileiro, o SuperSurf virou WQS e a ABRASP fechou com uma nova agência o novo circuito vai ter o nome de Brasil Surf Pro, com as siglas BSP.
Que venham as mudanças para 2010 tanto no Brasil quando na ASP.
A única coisa que não avançou foram os patrocínios dos atletas e mesmo sem crise parace que o ano que vem vai magro para eles.
Não perca a transmissão ao vivo na ESPN Brasil á partir das 10:00 hs da manhã.
Bom feriado.
Boas Ondas
Renan Rocha
E hoje mesmo com o swell menor algumas ondas ainda existiam pela parte da manhã e uma onda memorável foi a nota 10 do André Silva que pegou uma dos melhores tubos vistos no meio da barra.
A briga pelo título continua aberta com Jano Belo, Messias Félix e Pedro Henrique, o carioca é oque está mais distante, sua missão é vencer ou vencer.
As meninas entram na água amanhã e doze candidatas poderão aparecem matemática com chances.
E como é o fim do ano várias mudanças começaram aparecer no cenário do surf brasileiro, o SuperSurf virou WQS e a ABRASP fechou com uma nova agência o novo circuito vai ter o nome de Brasil Surf Pro, com as siglas BSP.
Que venham as mudanças para 2010 tanto no Brasil quando na ASP.
A única coisa que não avançou foram os patrocínios dos atletas e mesmo sem crise parace que o ano que vem vai magro para eles.
Não perca a transmissão ao vivo na ESPN Brasil á partir das 10:00 hs da manhã.
Bom feriado.
Boas Ondas
Renan Rocha
- 10h42
- 28Oct
Salve Salve blogueiros, acabei de sair da transmissão do ao vivo da etapa de Portugal e tenho várias opiniões para dividir com vocês.
Uma delas é o crescimento durante o ano de Fannig que veio apavorando seu melhor amigo Joel Parkinson etapa por etapa isso sem falar de Kelly que sabia da falta de experiência de Joel de segurar a pressão da liderança.
Também podemos contar o fator sorte ajudando Mick, ele nem precisou entrar na água na semi-final, seu adversário Owen Wright, teve uma lesão na nuca e ainda estourou o tímpano tentando pegar uma das séries de 10 pés durante a sua bateria contra Damien Hoobgood.
Qualquer campeão tem que ter sorte...eheheh
Com esse resultado Mick fica bem confortável para conquistar seu segundo título mundial em Pipe, última parada do ano do ASP World Tour.
Agora Joel mostrou durante essa etapa duas faces de seu ano.
Uma logo no começo na sua falta de confiança para vencer baterias nas condições que estavam Super Tubes e a outra, hoje, a sua felicidade de alívio de já estar na semi-final e entrar na água contra Bede mas ele não esperava que em três minutos do final Bede ia virar a bateria e deixar seu título mais longe.
Ele apareceu depois da derrota com uma cara de frustrado e mesmo com a lesão que teve no meio do ano, Joel mostrou para si mesmo a sua falta de "punch" para continuar na liderança.
Nosso Adriano de Souza foi brilhante mas a falta de experiência em ondas com essa formação fez o brasileiro ficar um pouco perdido durante os 35 minutos perdendo assim a chance de ir para Pipe disputando o título.
Ele até poderia ter avançado na sorte mas para quem que ser campeão mundial o conhecimento em condições adversas faz a diferença.
Mas volto a lembrar,vamos reverênciar, aplaudir e vibrar com o ano de Mineirinho.
Continua em terceiro no ranking e tomara que não perca essa posição em Pipe.
Parabéns molequeeeeee.....eheheh
Fim de festa e agora começa a outra festa.
Amanhã o Super Surf dá o seu ponta pé inicial na Barra da Tijuca no Rio de Janeiro decidindo o título brasileiro de 2009.
Não perca a cobertura completa aqui na ESPN e no domingo a transmissão ao vivo das finais.
Chega, bora pegar as ondas porque o swell chegou....eheheh
Boas Ondas
Boomsky
Renan Rocha
Uma delas é o crescimento durante o ano de Fannig que veio apavorando seu melhor amigo Joel Parkinson etapa por etapa isso sem falar de Kelly que sabia da falta de experiência de Joel de segurar a pressão da liderança.
Também podemos contar o fator sorte ajudando Mick, ele nem precisou entrar na água na semi-final, seu adversário Owen Wright, teve uma lesão na nuca e ainda estourou o tímpano tentando pegar uma das séries de 10 pés durante a sua bateria contra Damien Hoobgood.
Qualquer campeão tem que ter sorte...eheheh
Com esse resultado Mick fica bem confortável para conquistar seu segundo título mundial em Pipe, última parada do ano do ASP World Tour.
Agora Joel mostrou durante essa etapa duas faces de seu ano.
Uma logo no começo na sua falta de confiança para vencer baterias nas condições que estavam Super Tubes e a outra, hoje, a sua felicidade de alívio de já estar na semi-final e entrar na água contra Bede mas ele não esperava que em três minutos do final Bede ia virar a bateria e deixar seu título mais longe.
Ele apareceu depois da derrota com uma cara de frustrado e mesmo com a lesão que teve no meio do ano, Joel mostrou para si mesmo a sua falta de "punch" para continuar na liderança.
Nosso Adriano de Souza foi brilhante mas a falta de experiência em ondas com essa formação fez o brasileiro ficar um pouco perdido durante os 35 minutos perdendo assim a chance de ir para Pipe disputando o título.
Ele até poderia ter avançado na sorte mas para quem que ser campeão mundial o conhecimento em condições adversas faz a diferença.
Mas volto a lembrar,vamos reverênciar, aplaudir e vibrar com o ano de Mineirinho.
Continua em terceiro no ranking e tomara que não perca essa posição em Pipe.
Parabéns molequeeeeee.....eheheh
Fim de festa e agora começa a outra festa.
Amanhã o Super Surf dá o seu ponta pé inicial na Barra da Tijuca no Rio de Janeiro decidindo o título brasileiro de 2009.
Não perca a cobertura completa aqui na ESPN e no domingo a transmissão ao vivo das finais.
Chega, bora pegar as ondas porque o swell chegou....eheheh
Boas Ondas
Boomsky
Renan Rocha
- 11h10
- 25Oct
Salve amigos e amigas, fã do esporte que acompanha o tour mundial da ASP.
Finalmente teve início a fase que realmente conta.
O primeiro round foi festa para os brasileiros, todos avançaram mas o segundo round, o round dos Top 16,onde entram realmente os grandes nomes já mostrou porque Kelly Slater quer diminuir o número de atletas no tour para 36 surfistas.
Nenhum brasileiro que veio do primeiro round avançou, só Adriano de Souza
Claro que Jihad perdeu para Adriano de Souza, o guarujaense tá mostrando que vai lutar até o final e Bruninho que poderia ajudar Mineiro e Fannig não conseguiu ter a mesma performance da bateria anterior e acabou eliminado por Parkinson.
Mr, Slater perdeu os poderes esse ano, e Owen Wright foi o carrasco do super herói americano.
Já é a segunda derrota para o jovem australiano e todas nas etapas do patrocinador do pequeno grande aniquilidaor de gigantes.
Assim Owen Wright vai ganhar um belo contrato ano que vem....eheheh
E merece mesmo, porque facilitou o caminho para Fannig que é da mesma equipe eliminando Slater em uma situação onde Kelly estava crescendo para tentar decidir o título desse ano em Pipe e se deixasse isso acontecer poderia ser bem provável que íriamos ver ele roubar a cena de novo.
A luta continua entre os mesmos nomes e a onda escolhida onde vai ser decidida essa prova é que pode fazer a diferença.
Dependendo das condições um atleta pode se dar melhor que o outro e como esse campeonato de Portugal muda de praia toda hora e cada lugar é uma onda diferente, vamos torcer que uma delas deixe Mineiro á vontade para ganhar de novo.
A terra é portuguesa mas a festa pode ser brasileira....YES WE CAN!
ahahaha
Boa semana
Boas ondas, e aproveitem, finalmente um swell....ehehe
Boomsky
Renan Rocha
Finalmente teve início a fase que realmente conta.
O primeiro round foi festa para os brasileiros, todos avançaram mas o segundo round, o round dos Top 16,onde entram realmente os grandes nomes já mostrou porque Kelly Slater quer diminuir o número de atletas no tour para 36 surfistas.
Nenhum brasileiro que veio do primeiro round avançou, só Adriano de Souza
Claro que Jihad perdeu para Adriano de Souza, o guarujaense tá mostrando que vai lutar até o final e Bruninho que poderia ajudar Mineiro e Fannig não conseguiu ter a mesma performance da bateria anterior e acabou eliminado por Parkinson.
Mr, Slater perdeu os poderes esse ano, e Owen Wright foi o carrasco do super herói americano.
Já é a segunda derrota para o jovem australiano e todas nas etapas do patrocinador do pequeno grande aniquilidaor de gigantes.
Assim Owen Wright vai ganhar um belo contrato ano que vem....eheheh
E merece mesmo, porque facilitou o caminho para Fannig que é da mesma equipe eliminando Slater em uma situação onde Kelly estava crescendo para tentar decidir o título desse ano em Pipe e se deixasse isso acontecer poderia ser bem provável que íriamos ver ele roubar a cena de novo.
A luta continua entre os mesmos nomes e a onda escolhida onde vai ser decidida essa prova é que pode fazer a diferença.
Dependendo das condições um atleta pode se dar melhor que o outro e como esse campeonato de Portugal muda de praia toda hora e cada lugar é uma onda diferente, vamos torcer que uma delas deixe Mineiro á vontade para ganhar de novo.
A terra é portuguesa mas a festa pode ser brasileira....YES WE CAN!
ahahaha
Boa semana
Boas ondas, e aproveitem, finalmente um swell....ehehe
Boomsky
Renan Rocha
Renan Rocha tem água salgada na veia. Eele é o único atleta brasileiro que tem no currículo uma nota 10 em Pipeline, no Havaí. Com uma década de circuito mundial nas nas costas é Renan quem assina o Surfe na ESPN
www.freesurfer.com.br