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Programa destaca a 36ª rodada do Campeonato Brasileiro: quem será o campeão? quem vai para a Libertadores? qual time cai para a série B ao lado do Sport?
Eduardo Elias, Paulo Calçade e Mauro Cezar Pereira comandam a atração.
Não temos nenhum dado que comprove, mas a sensação que ficou na redação do ESPN.com.br é a de que o pênalti marcado a favor do Milan contra o Real Madrid nessa terça-feira foi o mais rápido do mundo. Ou um deles. Ou pelo menos em partidas oficiais de grande porte como esta.
A mais veloz ou não, o importante é que o tempo entre a marcação da penalidade e a autorização para sua cobrança foi de apenas 46 segundos, entre os 33min16s e os 34min02s do primeiro tempo.
Fato raro no Brasil. E olha que o lance é daqueles com muito direito de reclamação, já que o árbitro alemão Felix Brych errou feio ao apontar a marca da cal após tentativa de cruzamento de Zambrotta, do Milan, na qual a bola bateu na mão do zagueiro Pepe, do Real Madrid, claramente de forma involuntária.
Os jogadores merengues até reclamaram, mas mostraram que entendem e respeitam o fato de o árbitro ser a autoridade máxima dentro de campo e passível de erro (mesmo crasso como esse). Um exemplo aos atletas que jogam futebol na terra do penta, sempre prontos a partirem para cima do homem do apito a qualquer lance do tipo.
A mais veloz ou não, o importante é que o tempo entre a marcação da penalidade e a autorização para sua cobrança foi de apenas 46 segundos, entre os 33min16s e os 34min02s do primeiro tempo.

Ronaldinho Gaúcho (à dir.) na cobrança do pênalti mais rápido do mundo. Será?
Foto: Reuters
Foto: Reuters
Fato raro no Brasil. E olha que o lance é daqueles com muito direito de reclamação, já que o árbitro alemão Felix Brych errou feio ao apontar a marca da cal após tentativa de cruzamento de Zambrotta, do Milan, na qual a bola bateu na mão do zagueiro Pepe, do Real Madrid, claramente de forma involuntária.
Os jogadores merengues até reclamaram, mas mostraram que entendem e respeitam o fato de o árbitro ser a autoridade máxima dentro de campo e passível de erro (mesmo crasso como esse). Um exemplo aos atletas que jogam futebol na terra do penta, sempre prontos a partirem para cima do homem do apito a qualquer lance do tipo.
Milan e Real Madrid já é um jogaço por si só, mesmo que seja um amistoso. Imagine em uma Uefa Champions League. Dadas as circunstâncias então, com os italianos em ritmo de recuperação e em casa, e os espanhóis com o rival atravessado pela derrota de virada sofrida em seu estádio na ida, a tensão e a responsabilidade aumentam ainda mais.
Foi para este jogo que a Uefa escalou Felix Brych. Quem? Vamos lá. Alemão, 39 anos, advogado, nascido em Munique e integrante do quadro de apitadores da entidade que controla o futebol europeu desde 2007, com seu debute internacional no mesmo ano em um amistoso entre Holanda e Irlanda e com quatro jogos de Champions League. Quantos? Quatro, isso mesmo.
Apenas 360 minutos de atuação no torneio de clubes mais importante do continente bastaram para que Brych fosse escalado para um dos dois duelos mais esperados da fase de grupos - o outro foi o mesmo encontro, na Espanha. Arriscou-se demais e deu no que deu. Uma gelada assim é bom para consagrar-se, porém, pode 'queimar', como se diz na gíria do futebol.
Aos erros. Tudo ia bem até que aos 33 minutos, com o Real Madrid vencendo por 1 a 0, Zambrotta, do Milan, entrou na área, tentou o cruzamento e a bola bateu no braço do zagueiro Pepe. De amarelo, o alemão não teve dúvida e com toda a convicção do mundo marcou pênalti. Claramente não foi mão na bola, e sim bola na mão. Ronaldinho Gaúcho fez e empatou o duelo.
Mas não foi só. Três minutos depois, e Brych voltou a cometer erro crasso e de total interferência no resultado. Pirlo sofreu falta no campo de defesa. Esperto, cobrou rapidamente com um lançamento primoroso para Alexandre Pato, que ganhou a disputa com o zagueiro merengue de forma linda, matando a bola no peito, adiantando-a e chutando cruzado para o fundo das redes. Golaço? Não! Brych viu, e só ele, um toque de mão do brasileiro no domínio da bola e anulou o gol.
A atuação do alemão, dado no site World Referee como um dos apitadores para o qual a Uefa tem grandes planos, mostra que árbitro (ou atuação) ruim e erro de quem os escala tem no mundo todo e está longe de acontecer só aqui no Brasil. Brych pode até ser um bom 'homem de preto', mas não estava pronto para tal jogo e, assim como sua camisa nesta terça, amarelou e merecia um belo cartão vermelho.
Foi para este jogo que a Uefa escalou Felix Brych. Quem? Vamos lá. Alemão, 39 anos, advogado, nascido em Munique e integrante do quadro de apitadores da entidade que controla o futebol europeu desde 2007, com seu debute internacional no mesmo ano em um amistoso entre Holanda e Irlanda e com quatro jogos de Champions League. Quantos? Quatro, isso mesmo.
Apenas 360 minutos de atuação no torneio de clubes mais importante do continente bastaram para que Brych fosse escalado para um dos dois duelos mais esperados da fase de grupos - o outro foi o mesmo encontro, na Espanha. Arriscou-se demais e deu no que deu. Uma gelada assim é bom para consagrar-se, porém, pode 'queimar', como se diz na gíria do futebol.

Felix Brych 'amarelou' e interferiu diretamente no resultado do clássico
Foto: Reuters
Foto: Reuters
Aos erros. Tudo ia bem até que aos 33 minutos, com o Real Madrid vencendo por 1 a 0, Zambrotta, do Milan, entrou na área, tentou o cruzamento e a bola bateu no braço do zagueiro Pepe. De amarelo, o alemão não teve dúvida e com toda a convicção do mundo marcou pênalti. Claramente não foi mão na bola, e sim bola na mão. Ronaldinho Gaúcho fez e empatou o duelo.
Mas não foi só. Três minutos depois, e Brych voltou a cometer erro crasso e de total interferência no resultado. Pirlo sofreu falta no campo de defesa. Esperto, cobrou rapidamente com um lançamento primoroso para Alexandre Pato, que ganhou a disputa com o zagueiro merengue de forma linda, matando a bola no peito, adiantando-a e chutando cruzado para o fundo das redes. Golaço? Não! Brych viu, e só ele, um toque de mão do brasileiro no domínio da bola e anulou o gol.
A atuação do alemão, dado no site World Referee como um dos apitadores para o qual a Uefa tem grandes planos, mostra que árbitro (ou atuação) ruim e erro de quem os escala tem no mundo todo e está longe de acontecer só aqui no Brasil. Brych pode até ser um bom 'homem de preto', mas não estava pronto para tal jogo e, assim como sua camisa nesta terça, amarelou e merecia um belo cartão vermelho.
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