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O Internacional chega à penúltima rodada do Campeonato Brasileiro novamente com chances de conquistar o título que nao é seu há 30 anos. Nenhum outro time ficou tanto tempo na zona de classificação para a Copa Libertadores, da qual o colorado fez parte em 33 das 36 rodadas.
Pois o campeão do Rio Grande do Sul ficou tanto tempo entre os quatro melhores, que supera a quantidade de rodadas de Sport e Fluminense, habitués da zona de rebaixamento, entre os quatro últimos classificados. Contra Sport e Santo André o time de Mário Sérgio tem boas chances de conseguir mais seis pontos.
Se chegar lá, poderá ser novamente campeão brasileiro, desde que o São Paulo perca para o Goiás (não consigo imaginar o tricampeão derrotado em casa pelo rebaixado Sport) e o Flamengo empate pelo menos uma de suas duas últimas partidas, contra Corinthians e Grêmio. Olho no Inter.
Mais vezes no primeiro lugar:
Palmeiras 17
Atlético-MG 8
Internacional 7
São Paulo 3
Vitória 2
Cruzeiro 1
Mais vezes na zona da Libertadores:
Internacional 33
Palmeiras 31
Atlético MG 24
São Paulo 18
Goiás 12
Vitória 12
Flamengo 4
Náutico 3
Cruzeiro 2
Santos 2
Barueri 1
Corinthians 1
Fluminense 1
Santo André 1
Mais vezes na zona de rebaixamento:
Sport 29
Fluminense 27
Náutico 24
Botafogo 17
Santo André 13
Atlético-PR 12
Coritiba 8
Avaí 7
Corinthians 2
Flamengo 2
Cruzeiro 1
São Paulo 1
Taison em ação na vitória sobre o Atlético, em Belo Horizonte
Crédito da imagem: Divulgação/VIPCOMM
Crédito da imagem: Divulgação/VIPCOMM
O presidente do STJD é conselheiro do... Corinthians. Rubens Approbato Machado costuma dizer que, hoje, o tribunal mescla seus componentes bem mais do que no passado, quando praticamente só havia cariocas julgando atletas, técnicos e dirigentes.
Se um time paulista aparentemente é "beneficiado" por uma decisão da sempre polêmica "corte futebolística", aparecem sabichões afirmando que está tudo armado para o time de São Paulo, por que é a região que tem mais dinheiro, etc. Quando um clube do Estado leva a pior num julgamento, é "armação" para favorecer cariocas, porque o STJD fica no Rio, etc.
Haja saco e paciência. Todos acusam, ninguém prova. O tribunal é polêmico, claro, pessoalmente discordo da maioria dos seus veredictos, como os desta semana. E me aborreço especialmente nos julgamentos que "apitam de novo", como diz o Paulo Calçade, reavaliando, por vídeo, aquilo que o árbitro decidiu em campo.
Mas daí a afirmar que algo está sendo feito para ajudar A ou B, convenhamos, é mera discussão de boteco. Se você quer participar de um debate de botequim, ok, tudo bem, mas não me convide. Estou farto de teorias conspiratórias e acusões infundadas, sem provas, tão comuns nessa era da internet. E não tomo cerveja com chatos.
Veja qual a origem dos integrantes do Tribunal Pleno do STJD, das suas comissões disciplinares e dos que formam procuradoria:
Rio de Janeiro 25
São Paulo 16
Paraná 5
Minas Gerais 3
Amazonas 1
Ceará 1
Goiás 1
Rio Grande do Sul 1
Santa Catarina 1
O São Paulo pediu a liberação do Morumbi para a partida da última rodada do Campeonato Brasileiro, contra o Sport. O cotejo aconterá em 6 de dezembro. Mas o presidente em exercício do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), Virgílio Val, negou o efeito suspensivo. Por enquanto, o confronto acontecerá em alguma cidade a pelo menos 100 quilômetros de distância do local originalmente marcado na tabela.
Trata-se de um absurdo. E aí não importa a camisa. Já aconteceu inúmeras vezes com o Santos, o Flamengo, o Grêmio, entre outros clubes que tiveram de jogar longe de "casa" por causa de imbecis que entram em campo para aparecer ou simplesmente encher o saco. É possível que o São Paulo consiga recuperar o direito de atuar no Morumbi, o que me parece o mais razoável. E assim deveria ser em situações como esta. Sempre.
Mas então quem paga o pato? O idiota que entrou em campo, ora bolas. Os clubes não devem espalhar ao redor dos seus gramados arame farpado e cercas eletrificadas. Pelo contrário. O ideal é o fim dos alambrados e as pessoas sentadas em seus lugares. E quem se atrever a invadir a cancha deve ser exemplarmente punido. Assim ocorre na Inglaterra, um ótimo modelo a ser seguido.
Mas o elemento, que usou desculpas das mais cretinas para o ato — clique aqui e veja — não é punido. O clube sim. Hoje o São Paulo, para alegria de quem não torce pelo tricolor paulista. Mas amanhã poderá ser o seu time, meu caro. É evidente que se ocorresse uma grande confusão que caracterizasse a falta de segurança do Morumbi a perda de mando faria sentido. Mas não é o caso. Patético.
PS: não abordei a punição dos jogadores do São Paulo por falta de tempo, a pena saiu no momento em que me preparava para comentar Uruguai x Costa Rica.
Há todo tipo de invasor de cancha
Líder do campeonato a três rodadas do que poderá ser seu quarto título consecutivo, o São Paulo detém a melhor defesa do Brasileirão, com 35 gols sofridos em 35 jogos. É uma característica marcante da competição em pontos corridos, o time com maior eficiência no setor defensivo é campeão, ou fica entre os mais bem classificados (veja abaixo).
Já o Flamengo, que reagiu na reta final e luta pelo título, tem a melhor defesa do returno, 12 gols em 16 partidas, mas neste período da disputa o ataque rubro-negro é apenas o quarto mais eficaz. O ótimo desempenho lá atrás é a base que o coloca na briga pelo primeiro lugar na tabela de classificação.
E o Palmeiras? Apesar da queda violenta em seu desempenho, o time ainda possui a segunda melhor defesa em 35 rodadas e tem, sim, chances de título. Como o Internacional, dono do terceiro melhor desempenho no setor. No campeonato por pontos corridos, a melhor defesa é mesmo a defesa, que pode ser o "melhor ataque", como o São Paulo de 2007.
Desde que tal formato foi adotado, a equipe que menor número de gols levou ficou, no mínimo, com a vaga na Libertadores. Confira as posições dos times de melhor defesa nos Brasileirões disputados com a atual fórmula.
Melhores defesas:
2003 - São Caetano - 37 gols, 4º lugar
2004 - São Paulo - 43 gols, 3º lugar
2005 - Internacional - 49 gols, vice-campeão
2006 - São Paulo - 32 gols, campeão
2007 - São Paulo - 19 gols, campeão
2008 - Grêmio - 35 gols, vice-campeão (o São Paulo, campeão, teve a 2ª melhor, com 36)
2009 - São Paulo - 35 gols - líder na 35ª rodada

Quando se discutia, durante a Copa do Brasil, o pífio desempenho ofensivo rubro-negro e a ausência de um homem-gol, era óbvio que todos esperavam uma mudança de cenário a partir da chegada do "Imperador". E os números mostram que ele está fazendo tudo o que dele se esperava.
O Flamengo chegou aos 60 pontos no Campeonato Brasileiro ao vencer o Náutico por 2 a 0, 35 conquistados com gols de Adriano, cujos tentos, isolados dos marcados pelos demais, bastariam para que os rubro-negros acumulassem 27 pontos. Quase a metade do conquistado até aqui.
Adriano não calçou "chinelinho", marcando presença em 28 dos 35 jogos do Flamengo no torneio, sendo que três foram disputados antes de sua estréia e em quatro ele ficou fora por ter sido convocado para a seleção brasileira. Poupado, só ficou de fora dos duelos com o Fluminense pela Copa Sul-americana.
O "Imperador" é artilheiro isolado do torneio, com 19 gols. Se o Flamengo for campeão brasileiro, não será exagero afirmar que, sem Adriano, tal conquista seria impossível.
A campanha do Flamengo:
10/5 Cruzeiro 2 x 0 Flamengo*
16/5 Flamengo 0 x 0 Avaí*
24/5 Santo André 1 x 2 Flamengo - gols de Josiel*
31/5 Flamengo 2 x 1 Atlético-PR - gols de Antônio Carlos (contra) e Adriano
7/6 Sport 4 x 2 Flamengo - gols de Emerson
14/6 Coritiba 5 x 0 Flamengo
21/6 Flamengo 4 x 0 Internacional - gols de Adriano (3) e Emerson
28/6 Fluminense 0 x 0 Flamengo
4/7 Flamengo 2 x 1 Vitória - gols de Emerson e Juan
12/7 São Paulo 2 x 2 Flamengo - gols de Adriano e Fierro
15/7 Flamengo 1 x 2 Palmeiras - gol de Adriano
19/7 Flamengo 2 x 2 Botafogo - gols de Adriano e Emerson
22/7 Flamengo 1 x 1 Grêmio Barueri - gol de Emerson
26/7 Santos 1 x 2 Flamengo - gols de Adriano e Pará (contra)
30/7 Flamengo 3 x 1 Atlético-MG - gols de Éverton, Kléberson e Léo Moura
2/8 Flamengo 1 x 1 Náutico - gol de Léo Moura
5/8 Goiás 3 x 2 Flamengo - gols de Adriano e Petkovic
9/8 Flamengo 1 x 0 Corinthians - gol de Adriano
16/8 Grêmio 4 x 1 Flamengo - gol de Everton
20/8 Flamengo 1 x 2 Cruzeiro - gol de Emerson
23/8 Avaí 3 x 0 Flamengo
29/8 Flamengo 3 x 0 Santo André - gols de Denis Marques, Léo Moura e Zé Roberto**
6/9 Atlético-PR 0 x 0 Flamengo**
12/9 Flamengo 3 x 0 Sport - gols de Adriano (2) e Zé Roberto
20/9 Flamengo 3 x 0 Coritiba - gols de Adriano, Petkovic e Willians
27/9 Internacional 0 x 0 Flamengo
4/10 Flamengo 2 x 0 Fluminense - gols de Adriano
7/10 Vitória 3 x 3 Flamengo - gols de Denis Marques, Petkovic e Zé Roberto**
10/10 Flamengo 2 x 1 São Paulo - gols de Petkovic e Zé Roberto**
18/10 Palmeiras 0 x 2 Flamengo - gols de Petkovic
25/10 Botafogo 0 x 1 Flamengo - gol de Adriano
28/10 Grêmio Barueri 2 x 0 Flamengo
31/10 Flamengo 1 x 0 Santos - gol de Adriano
8/11 Atlético-MG 1 x 3 Flamengo - gols de Adriano, Maldonado e Petkovic
15/11 Náutico 0 x 2 Flamengo - gols de Adriano e Petkovic
* Adriano não havia estreado
** Adriano não atuou
Adriano cumprimenta Zé Roberto, que deu o passe para seu gol contra o Náutico, o 19º
Crédito da imagem: Aldo Carneiro/VIPCOMM
Crédito da imagem: Aldo Carneiro/VIPCOMM
Avaí x Corinthians é o jogo da TV aberta, hoje, para São Paulo. Inteligentemente, a Rádio Eldorado/ESPN vai transmitir outra peleja: Náutico x Flamengo, que interessa não só aos envolvidos no cotejo como a são-paulinos, palmeirenses e... corintianos!
Sim, a Fiel está inclinada a vestir preto e vermelho neste fim de ano, afinal, o clube carioca é praticamente a última esperança dos fãs do Corinthians de não ver Palmeiras ou São Paulo campeão brasileiro. E os dois times mais populares do país vão se enfrentar no dia 29...
Daí a pergunta, hoje, qual o jogo que mais interessa a você, corintiano, Avaí x Corintians ou Náutico x Flamengo?
Como se imaginava, o Vasco da Gama assegurou o título da Série B menos de uma semana após garantir matematicamente o retorno à primeira divisão nacional. Campanha segura, da equipe com melhor campanha fora de casa, dona da melhor defesa do torneio. Nesse momento, a pergunta obrigatória é: o que falta ao atual elenco para que forme um time de Série A?
Na vitória sobre o América de Natal, de virada, por 2 a 1, o Vasco jogou com Fernando Prass, Fagner (Aloísio), Vilson (Philippe Coutinho), Titi e Ramon; Nílton, Souza, Ernani (Fumagalli) e Carlos Alberto; Alex Teixeira e Elton. Há ainda Paulo Sérgio para a lateral-direita. Falta um zagueiro mais experiente para reforçar um setor seguro na Série B, mas que preocupa em confrontos contra times melhores.
Os volantes não comprometem, Nilton é firme, Souza promissor. Fumagalli é boa opção para o banco apenas e Alex Teixeira precisa comprovar o amadurecimento. Um ou dois homens para o meio-campo cairiam bem, mesmo com Carlos Alberto. Elton foi bem na segundona, mas é preciso um atacante de maior peso, não em quilos, como Aloísio, em fim de carreira, mas em futebol.
De qualquer forma, um título conquistado seis anos após a última taça que foi parar em São Januário, a do Campeonato Carioca de 2003. E para você, quais são os setores que mais "pedem" reforços no Vasco campeão da Série B?
Vascaínos no Maracanã, que recebeu mais de 50 mil pessoas
"Hoje fomos beneficiados. Vencemos graças a uma falha do árbitro que ajudou nosso time. Lamento pelo meu adversário. Não gostaria de vencer assim. Mas já perdemos da mesma forma. Fato é que esses erros constantes de arbitragem têm que acabar".
Já pensou em ouvir um dirigente dando a declaração acima após um jogo de futebol no qual sua equipe sai vencedora graças a um equívoco do apito? Sim, é difícil imaginar. Há tempos espero de cartolas que não têm tal rótulo sobre eles uma conduta assim. Seria a comprovação de que aquele presidente de clube, aquele diretor ou vice de futebol é mesmo diferente.
Claro que não se pode colocar no mesmo balaio pessoas como o atual presidente do Palmeiras e o que ocupou o cargo até janeiro de 2005. Como não faz sentido comparar o comandante alviverde com o ex-ditador do Vasco da Gama ou o ex-manda-chuva corintiano. Mas de quem é "especial", se espera uma conduta diferente. Melhor.
Vou continuar esperando pela declaração acima, embora, honestamente, não acredite em algum dia eu venha a ouvi-la da boca de um dirigente. E você?
Vanderlei Luxemburgo é apenas coadjuvante neste campeonato brasileiro. Começou o ano no Palmeiras, de onde foi demitido após um trabalho nada empolgante em relação ao que já fez no passado. E no retorno ao Santos, melancolicamente espera o final da temporada. Pouco, ou nada, para quem ganhou o título do país em cinco ocasiões por quatro diferentes clubes, no mata-mata e em pontos corridos.
Muricy Ramalho é o "Rei" do sistema de disputa atual, no qual ganhou os três últimos campeonatos e foi vice em outro, polêmico, o de 2005, quando treinava o Internacional e o Corinthians saiu campeão. Ao contratá-lo, o Palmeiras tinha o claro propósito de reconquistar a hegemonia nacional. Em declínio, a equipe vê tal possibilidade mais distante e os métodos do treinador voltam a ser contestados.
Mano Menezes fez um excelente primeiro semestre pelo Corinthians, mas jogou a tolha cedo demais. Ainda tentou recuperá-la, mas não conseguiu reconstruir sua equipe em meio ao campeonato, não foi capaz de motivá-la e reestruturá-la a ponto de lutar pelo Brasileirão. Em tempo: derrotado na final da Libertadores e também desafiado por um desmonte, Adílson Batista remontou o Cruzeiro.
O caso de Mano é diferente dos citados anteriormente, afinal, ele saboreou o campeonato paulista como aperitivo e faturou a Copa do Brasil, o que classificou o time para a Libertadores no ano do centenário corintiano. A queda no segundo semestre não apaga o brilho de uma primeira metade de temporada ótima. Mas não é exagero dizer que de alguém tão valorizado no mercado poderia se esperar mais.
E Paulo Autuori? Campeão mundial pelo São Paulo em 2005, ele zarpou para o exterior após o título no Japão, deixando uma imagem de vencedor e se transformando em sonho de consumo de vários clubes. Até acertar com o Grêmio, que por ele esperou na certeza de que, sob seu comando e com o bom elenco montado, lutaria pelo título que escapou em 2008, sob a batuta do (sempre) contestado Celso Roth.
Pois Autuori está voltando ao futebol lá de fora. Vai ganhar muito bem no Catar, mas no Brasil perdeu parte do prestígio preservado por mais de três anos, mesmo indo mal no Cruzeiro em 2007. Seu trabalho à frente do Grêmio em nada empolgou. Dificilmente sustentará o prestígio adquirido há quatro temporadas.
E Carlos Alberto Parreira? Depois do pífio trabalho no Fluminense em 2009, sua volta à seleção da África do Sul traz perspectivas nada animadoras para os anfitriões da Copa do Mundo do ano que vem.
Afinal, vale a pena investir pesado para contar com tais treinadores, os técnicos muito valorizados? Ou eles não têm tanta importância assim? Seriam apenas grifes? Quem você contrataria a peso de ouro para treinar seu time de coração?

Passadas 48 horas da peleja Fluminense 1 x 0 Palmeiras, o tema ainda domina o noticiário. O erro de Carlos Eugênio Simon ao anular um gol de Obina no quente domingo no Maracanã parece ter sido a única falha de arbitragem de todo o Campeonato Brasileiro, tamanho o barulho feito pelos palmeirenses, especialmente o presidente do clube. Um exagero.
Poderíamos aqui elaborar uma lista de jogos nos quais o Palmeiras foi prejudicado e beneficiado pelo apito, mas não vamos nos dar a tal trabalho. Só alguém sem memória alguma não seria capaz de lembrar de partidas nas quais isso aconteceu, até porque a chiadeira foi semelhante, no sentido inverso, após a derrota do Cruzeiro para os próprios alviverdes.
Fato é que no segundo turno o Palmeiras fez apenas 21 pontos em 15 cotejos, enquanto os cruzeirenses acumularam 32, o Flamengo 30, o São Paulo 26 e o Atlético Mineiro 24. Também é indiscutível que no último mês, em seis rodadas, dos 18 pontos em jogo os palmeirenses abocanharam apenas quatro, marca, no período, superior apenas à do Goiás, com dois.
Também é evidente que o repertório ofensivo de jogadas do time de Muricy Ramalho é pobre. E até uma criança de 3 anos sabe que, ao contratar o técnico tricampeão nacional, o clube tinha como meta a reconquista do título brasileiro. Claro que ao perder a liderança, que foi sua por 17 rodadas, o Palmeiras se vê em perigo. Ainda mais por ver o São Paulo em primeiro.
A gritaria interminável pós-erro de Simon funciona como cortina de fumaça, disfarça, minimiza, joga para baixo do tapete as más atuações da equipe. Um time que esteve cinco pontos à frente do segundo colocado e agora se vê atrás dos são-paulinos e um pontinho à frente dos rubro-negros. Pior, ambos os rivais têm atuado melhor do que o elenco do Palestra Itália.
Como estratégia para desviar o assunto, o "foco", como dizem hoje em dia, pode ser interessante. Resta saber se a barulheira palmeirense será o bastante para que, no Centro de Treinamento, o time de Muricy corrija seus defeitos. Afinal, o técnico adora dizer que "aqui é trabalho". Não duvido. Mas o trabalho tem que ser bem feito, caso contrário, pode virar fracasso.

Começou no jornalismo na Rádio Tupi (RJ), passou pelo Sistema Globo de Rádio e Rádio Manchete, também no Rio de Janeiro, onde ainda foi repórter de O Globo, editor do Jornal dos Sports, repórter também em O Dia e no Jornal do Brasil.
Já em São Paulo foi editor da Revista Placar entre 1993 e 1994. Posteriormente, tornou-se editor executivo da Revista do Futebol, editor-chefe das revistas Audio Car, Som & Carro, Cidade e Som e Casa, repórter da revista Forbes Brasil e do jornal Valor Econômico, editor-chefe do portal Ajato, editor da TV Terra, portal Terra, além de editor do site do programa Auto Esporte, da Rede Globo.
Lecionou nas faculdades de Jornalismo e Rádio e TV da Universidade de Santo Amaro (Unisa), em São Paulo, por quatro anos (entre 2002 e 2006). Também deu aulas de Rádio e TV na Internet, no curso de Rádio e TV do Ceinter-FASP em 2004. Em 2007 foi professor no curso de pós-graduação em jornalismo esportivo da FMU, em São Paulo.
Comentou futebol na Rádio CBN entre 2001 e 2002 e desde 2004 é comentarista da Rádio Eldorado/ESPN e dos canais ESPN Brasil e ESPN, onde acumula a função de chefe de reportagem. Assina uma coluna na revista Trivela e, além de todo o conhecimento de futebol, acumula o interesse pelo automobilismo e divide a mesa do programa Limite com Flávio Gomes e João Carlos Albuquerque.
Já em São Paulo foi editor da Revista Placar entre 1993 e 1994. Posteriormente, tornou-se editor executivo da Revista do Futebol, editor-chefe das revistas Audio Car, Som & Carro, Cidade e Som e Casa, repórter da revista Forbes Brasil e do jornal Valor Econômico, editor-chefe do portal Ajato, editor da TV Terra, portal Terra, além de editor do site do programa Auto Esporte, da Rede Globo.
Lecionou nas faculdades de Jornalismo e Rádio e TV da Universidade de Santo Amaro (Unisa), em São Paulo, por quatro anos (entre 2002 e 2006). Também deu aulas de Rádio e TV na Internet, no curso de Rádio e TV do Ceinter-FASP em 2004. Em 2007 foi professor no curso de pós-graduação em jornalismo esportivo da FMU, em São Paulo.
Comentou futebol na Rádio CBN entre 2001 e 2002 e desde 2004 é comentarista da Rádio Eldorado/ESPN e dos canais ESPN Brasil e ESPN, onde acumula a função de chefe de reportagem. Assina uma coluna na revista Trivela e, além de todo o conhecimento de futebol, acumula o interesse pelo automobilismo e divide a mesa do programa Limite com Flávio Gomes e João Carlos Albuquerque.
Mauro Cezar Pereira é de Niterói (RJ) e começou no jornalismo em 1983. Passou pela Rádio Tupi, Sistema Globo de Rádio, Rádio Manchete, O Globo, O Dia e Jornal do Brasil, além de Editor do Jornal dos Sports. Comentarista dos canais ESPN, e da Rádio Eldorado/ESPN, assina uma coluna na revista Trivela
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