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- 11h33
- 24Nov

Que Forrest Griffin x Tito Ortiz, que nada!
O grande destaque do UFC 106 foi mesmo Rogério Minotouro.
Fazendo sua estreia no evento, ele teve pela frente o duro Luiz Banha, atleta ranqueado entre os melhores da categoria, e mostrou que veio pra figurar entre os tops.
Em menos de dois minutos, Rogério mostrou que suas mãos estão rápidas, precisas e pesadas!
Mesmo quem esperava a vitória do baiano não acreditava que fosse de maneira tão contundente.
É nessa hora que a bagagem conta.
Um atleta que já venceu nomes como Sakuraba, Dan Henderson, Alistair Overeem e Vladimir Matyushenko, dificilmente sentiria o peso da estreia no maior evento do mundo.
E ele não sentiu.
Quem sabe, no futuro, veremos a reedição daquela luta que o blog considera a melhor de todos os tempos: Minotouro x Shogun.
Seria fantástico.
******
Estive em Salvador no último fim de semana para acompanhar o WFE, o principal evento de vale tudo do nordeste.
Eu apostava que Jean Silva x Luciano Azevedo seria um combate fantástico.
Não foi tudo isso, mas Luciano venceu por finalização em uma boa luta.
Mas o dono da noite foi Edilberto Crocotá.
O polêmico lutador baiano tomou um castigo de Fabrício Monteiro no primeiro round, mas não se intimidou, e voltou pro segundo round cheio de disposição, atacando Monteiro e conseguindo a vitória por nocaute técnico.
Uma virada que há muito tempo não se via.
Crocotá, como já disse, é um cara polêmico e costuma criar confusão em algumas de suas comemorações, mas o espírito esportivo de Monteiro foi tão grande (abraçou Crocotá, amarrou sua faixa-preta, lhe disse várias palavras legais, etc), que o vencedor nem teve clima para fazer qualquer tipo de provocação.
Ponto para os dois lutadores.
******
Graças a essa viagem pra Salvador e alguns trabalhos extras que tive, o blog ficou um pouco desatualizado neste fim de semana, mas já estamos de volta.
Quem quiser me seguir no twitter, é só adicionar o @gvenga
Grande abraço!
- 01h21
- 20Nov

José Aldo deu show!
Em nenhum momento o aluno de André Pederneiras sentiu a pressão de enfrentar o campeão do WEC, e foi pra cima o tempo todo.
Com a calma dos grandes campeões, Aldo subiu ao octagon tranquilo, e impôs seu ritmo do início ao fim, acertando boas combinações em pé, defendendo as tentativas de queda de Mike Brown e, quando foi para o chão, mostrou porque é um faixa-preta de Jiu-Jitsu da mais temida equipe de pesos leves do mundo.
Aldo venceu com sobras.
Aliás, é o número 1 do evento com sobras.
Sua campanha no WEC impressiona, afinal, são seis vitórias por nocaute em seis lutas.
Ressaltando um pequeno detalhe: ele é da Nova União, equipe que, tradicionalmente, forma os melhores grapplers, os especialistas na luta de solo.
Um currículo com tantos nocautes é digno de um grande fenômeno.
E seu reinado no WEC deve durar muito tempo, pois é difícil encontrar um lutador na organização que tenha um jogo capaz de dificultar a vida do brasileiro.
Se os promotores quiserem um grande desafio para ele, terão que importar de outro evento, e dificilmente será um americano. Prováveis duros oponentes para Aldo seriam Bibiano Fernandes (outro amazonense) e o japonês Kid Yamamoto, que, por sinal, não vem lutando com tanta frequência e com a mesma forma de seus bons tempos.
O americano Urijah Faber? Talvez, mas as chances seriam mínimas contra Aldo.
O fato é que, com José Aldo, o Brasil chegou ao topo de mais uma categoria.
Ele se junta a Anderson Silva e Lyoto Machida no seleto grupo de melhores do mundo na atualidade.
E, assim como seus compatriotas, deve fazer história!
- 19h19
- 18Nov

José Aldo chega ao grande momento de sua carreira nesta quarta-feira, em Las Vegas.
O amazonense radicado no Rio de Janeiro disputará o título da divisão de penas do WEC contra Mike Brown.
Brown, que treina na American Top Team, é considerado o número da categoria nos EUA, mas Aldo é um dos lutadores mais bem cotados para destroná-lo.
A luta será a principal atração do WEC 44, e pode consagrar a incrível campanha que o atleta da Nova União vem fazendo na organização.
Apesar de ser faixa-preta de Jiu-Jitsu, as cinco lutas que ele fez no evento foram definidas por nocaute. A última delas durou apenas oito segundos, com Aldo conquistando a vitórias com uma bela joelhada voadora.
Hoje temos início então ao que comentei no último post, a semana de grandes lutas.
Muita gente aposta que Brown x Aldo será a melhor da semana, que terá ainda UFC e WFE, com feras como Minotouro, Luiz Banha, Tito Ortiz, Jean Silva, Luciano Azevedo, Edson Draggo, Forrest Griffin...
Como disse, são tantas feras que fica difícil apontar quem chegará ao domingo eleito com a melhor apresentação da semana.
Eu e vocês, fãs de esportes, seremos presenteados com diversos combates emocionantes.
Que comecem as lutas!
- 23h11
- 16Nov
Iniciamos mais uma semana.
E não me lembro de uma tão promissora nos últimos meses, com tantos combates excelentes programados para um curto espaço de tempo.
Vamos lá:
Na quarta-feira, o WEC colocará frente a frente dois dos melhores pesos penas do mundo: Mike Brown e José Aldo, pelo título da categoria.
Um combate equilibradíssimo, onde a única pequena vantagem talvez seja de Brown: o fato de ser campeão.
Aldo tem uma trocação excelente e um chão faixa-preta da Nova União, um selo de qualidade na arte suave.
Brown, por sua vez, tem na eficiência de seu jogo uma arma poderosa. É duro na queda, mão pesada e também conta com um treinamento de qualidade na American Top Team. É um grande campeão.
Algum Favorito? Não...
Já o sábado será de overdose para os fãs.
Começando aqui pelo Brasil, o duelo entre Jean Silva e Luciano Azevedo, no WFE, em Salvador, promete ser a melhor luta do ano no país.
Dois lutadores de nível internacional, que buscam a luta o tempo todo e que prometem levantar o público baiano.
Favorito? Também não há.
E, no UFC 106, em Las Vegas, como não perder o sono com a luta entre Rogério Minotouro e Luiz Banha?
Minotouro tem mais bagagem, mas fará sua primeira luta no UFC. Enquanto Banha tem essa vantagem, a de já estar adaptado ao octagon, uma aliada importante no duelo contra o irmão gêmeo de Minotauro.
Favorito? Menos ainda...
Fiquei em cima do muro nas três lutas, é verdade, mas longe de querer fazer média ou evitar alguma polêmica, o fato é que os três combates são interessantíssimos e não consigo apostar sequer em qual será a melhor disputa entre as três.
E você, fã de esportes, aposta em alguma coisa?
E não me lembro de uma tão promissora nos últimos meses, com tantos combates excelentes programados para um curto espaço de tempo.
Vamos lá:
Na quarta-feira, o WEC colocará frente a frente dois dos melhores pesos penas do mundo: Mike Brown e José Aldo, pelo título da categoria.
Um combate equilibradíssimo, onde a única pequena vantagem talvez seja de Brown: o fato de ser campeão.
Aldo tem uma trocação excelente e um chão faixa-preta da Nova União, um selo de qualidade na arte suave.
Brown, por sua vez, tem na eficiência de seu jogo uma arma poderosa. É duro na queda, mão pesada e também conta com um treinamento de qualidade na American Top Team. É um grande campeão.
Algum Favorito? Não...
Já o sábado será de overdose para os fãs.
Começando aqui pelo Brasil, o duelo entre Jean Silva e Luciano Azevedo, no WFE, em Salvador, promete ser a melhor luta do ano no país.
Dois lutadores de nível internacional, que buscam a luta o tempo todo e que prometem levantar o público baiano.
Favorito? Também não há.
E, no UFC 106, em Las Vegas, como não perder o sono com a luta entre Rogério Minotouro e Luiz Banha?
Minotouro tem mais bagagem, mas fará sua primeira luta no UFC. Enquanto Banha tem essa vantagem, a de já estar adaptado ao octagon, uma aliada importante no duelo contra o irmão gêmeo de Minotauro.
Favorito? Menos ainda...
Fiquei em cima do muro nas três lutas, é verdade, mas longe de querer fazer média ou evitar alguma polêmica, o fato é que os três combates são interessantíssimos e não consigo apostar sequer em qual será a melhor disputa entre as três.
E você, fã de esportes, aposta em alguma coisa?
A recente vitória de Randy Couture sobre Brandon Vera, em luta que aconteceu neste sábado, no UFC 105, reacendeu o assunto das polêmicas decisões dos jurados.
O mesmo assunto que rendeu discussões intermináveis após o combate entre Lyoto Machida e Mauricio Shogun.
Aos 46 anos, Couture é um ídolo do esporte e não é a primeira vez que vence uma luta por pontos onde a avaliação dos jurados é, no mínimo, questionável.
Pedro Rizzo que o diga.
Brandon Vera questionou a decisão, mas também reconheceu que deveria ter finalizado seu adversário, para não deixar a vitória nas mãos dos jurados.
Pra tirar seu corpo fora, Dana White usou um argumento simples para encerrar a polêmica.
“Você quer saber como vencer a luta? Finalize”.
De fato, finalizar ou nocautear seu adversário impede qualquer polêmica decisão dos jurados.
E o histórico recente do UFC reforça essa tese.
Não deixe a decisão para os jurados. Vença antes de o tempo acabar!
É estranho, mas é verdade.
Veja os resultados completos do UFC clicando aqui.
*****

E quem não anda deixando suas últimas lutas irem para as mãos dos jurados é Fedor Emelianenko. E ele foi recebido em seu país esta semana como merece, como um grande nome do esporte.
Centenas de pessoas estavam no aeroporto esperando o lutador com cartazes, bandeiras, câmeras fotográficas e muito mais. Foi incrível!
O jeito simples da fera contrasta com o ritmo intenso que dita na luta.
O russo atendeu a todos com sua habitual tranquilidade e simpatia.
O “padeiro” tem carisma.
Clique aqui e veja a recepção do número 1 do mundo na Rússia.
*****
Mais uma semana está começando, e vem aí o UFC 106. Tito Ortiz, Forrest Griffin, Rogério Minotouro e Luiz Banha serão algumas das atrações.
Vamos também até a Bahia acompanhar o WFE, principal evento da região.
Jean Silva x Luciano Azevedo promete!
Aposto que será a melhor luta do ano em território nacional.
E, como lembrou o Renato Mendes no primeiro comentário, teremos ainda José Aldo x Mike Brown nesta quarta-feira, no WEC. Lutão!
E vamos nessa.
Até a próxima.
*Novidades também no meu twitter, o @gvenga
O mesmo assunto que rendeu discussões intermináveis após o combate entre Lyoto Machida e Mauricio Shogun.
Aos 46 anos, Couture é um ídolo do esporte e não é a primeira vez que vence uma luta por pontos onde a avaliação dos jurados é, no mínimo, questionável.
Pedro Rizzo que o diga.
Brandon Vera questionou a decisão, mas também reconheceu que deveria ter finalizado seu adversário, para não deixar a vitória nas mãos dos jurados.
Pra tirar seu corpo fora, Dana White usou um argumento simples para encerrar a polêmica.
“Você quer saber como vencer a luta? Finalize”.
De fato, finalizar ou nocautear seu adversário impede qualquer polêmica decisão dos jurados.
E o histórico recente do UFC reforça essa tese.
Não deixe a decisão para os jurados. Vença antes de o tempo acabar!
É estranho, mas é verdade.
Veja os resultados completos do UFC clicando aqui.
*****

E quem não anda deixando suas últimas lutas irem para as mãos dos jurados é Fedor Emelianenko. E ele foi recebido em seu país esta semana como merece, como um grande nome do esporte.
Centenas de pessoas estavam no aeroporto esperando o lutador com cartazes, bandeiras, câmeras fotográficas e muito mais. Foi incrível!
O jeito simples da fera contrasta com o ritmo intenso que dita na luta.
O russo atendeu a todos com sua habitual tranquilidade e simpatia.
O “padeiro” tem carisma.
Clique aqui e veja a recepção do número 1 do mundo na Rússia.
*****
Mais uma semana está começando, e vem aí o UFC 106. Tito Ortiz, Forrest Griffin, Rogério Minotouro e Luiz Banha serão algumas das atrações.
Vamos também até a Bahia acompanhar o WFE, principal evento da região.
Jean Silva x Luciano Azevedo promete!
Aposto que será a melhor luta do ano em território nacional.
E, como lembrou o Renato Mendes no primeiro comentário, teremos ainda José Aldo x Mike Brown nesta quarta-feira, no WEC. Lutão!
E vamos nessa.
Até a próxima.
*Novidades também no meu twitter, o @gvenga
- 14h35
- 14Nov

Georges St. Pierre é considerado por muitos como o atleta mais completo do vale tudo.
Eu também tenho esta opinião.
Longe de começar as intermináveis discussões sobre quem é o melhor entre todos os pesos, mas é inegável que o canadense é excelente em pé, nas quedas e no chão.
No Wrestling, ele treina com a seleção olímpica de seu país e, dizem, se sai muito bem.
GSP esteve próximo de tentar uma vaga neste esporte nos Jogos de Pequim, em 2008, mas, pouco antes da seletiva, o UFC o convocou para enfrentar Matt Hughes em luta pelo título interino de sua categoria.
Isso adiou seu sonho.
Mas, perguntado sobre o assunto esta semana, o canadense não negou que pode pensar na possibilidade e tentar participar dos Jogos de Londres, em 2012.
Seria ótimo.
Ele teria que abdicar de algumas lutas no UFC, se dedicando exclusivamente ao Wrestling eventualmente, principalmente às vésperas das seletivas e, caso se classifique, antes das Olimpíadas.
Mas, como diria o outro, GSP já colocou o boi na sombra ($) e seu reinado na categoria é inquestionável. Ele poderia ficar alguns meses sem lutar vale tudo, até mesmo pra dar tempo de surgir novos desafiantes, coisa que está difícil ultimamente no UFC.
Kevin Jackson (ouro/92) e Matt Lindland (prata/2000) são alguns medalhistas do Wrestling que se deram bem no vale tudo.
O caminho inverso ainda não foi feito.
Na verdade, se GSP conseguir a vaga já pode ser considerado um vencedor.
Disputar uma medalha contra atletas de países fortes na modalidade, e que sempre se dedicaram a isso, deve ser bem difícil.
Seria um tremendo golaço vê-lo em Londres-2012.
Com certeza, eu torceria muito por ele.
- 15h34
- 13Nov

Quem acompanha o vale tudo há uns 15 anos se lembra bem.
Royce, Rickson e Renzo eram os grandes representantes da família Gracie nos anos 90.
Sempre tive muita admiração pelos três e, no vale tudo, mais ainda por Royce e Renzo.
Rickson é um mito no Jiu-Jitsu, o melhor da família, mas, nas duas últimas décadas, acho que ninguém representou tão bem o clã nas competições de vale tudo como Royce e Renzo.
Falar do Royce é fácil, é “chover no molhado”, como diriam alguns. Foi o campeão do UFC e responsável pelo grande boom mundial do esporte.
O Renzo talvez tenha tido menos destaque lá por aqueles anos de 1995 e 96, talvez porque os eventos que participava não faziam tanto barulho quanto o UFC, Japan Open, UVF, etc.
Desde sempre, o que escuto a seu respeito são coisas do tipo “é o cara mais gente boa da família”, “é o cara mais valente”. Isso porque, entre os três, Renzo sempre foi o mais leve.
E nunca correu de uma luta mesmo.
Claro que depois vi muitas lutas mais antigas dele, mas a primeira que assisti me marcou muito.
Foi contra o já consagrado russo Oleg Taktarov.
Uma pedalada certeira e um forte soco entraram em cheio no rosto do campeão do UFC 6, em luta que aconteceu no MARS, em 1996, no Alabama (EUA). Naquela mesma noite em que Murilo Bustamante fez uma luta antológica, que durou 40 minutos seguidos, contra Tom Erikson.
O bom humor do Gracie veio estampado numa página da Tatame daquela época.
Antes da luta, ele disparou: “Hoje vai ter frango à Kiev”.
E depois, questionado se o golpe que acertou Taktarov havia sido de sorte, ele retrucou: “Quanto mais eu treino, mais sortudo eu fico”.
Escrevi isso tudo acima porque, aos 42 anos, ele deve fazer sua estreia no UFC.
Os boatos seriam de que ele enfrentaria ninguém menos que Matt Hughes, o ex-campeão dos meio-médios que já venceu seu primo Royce.
Renzo não luta desde 2007, quando venceu Frank Shamrock por desclassificação.
Renzo falou ao “Graciemag.com”, e não confirmou a luta, mas também não descartou. Só avisou que ela não acontecerá em fevereiro, como vinha sendo especulado.
E, claro, não poderia deixar de soltar suas famosas frases, daquelas que você pode anotar e lembrar por muito tempo.
"O casamento foi feito. A porrada vai jambrar. E na melhor forma nietzchiana: melhor mais cedo do que tarde. E, para aqueles que me querem em casa, um recado: Olhem-se no espelho, e se perguntem se vocês fazem o que vocês aconselham para todo mundo".
Foi dado o recado!
- 00h42
- 12Nov

Fedor Emelianenko venceu Brett Rogers por nocaute, no último sábado, no Strikeforce.
No dia seguinte, o número um dos pesos pesados assistiu ao confronto pela tevê e, com a ajuda de um intérprete, fez uma avaliação do seu desempenho.
A análise do russo foi reproduzida no Sherdog.com, e você confere alguns trechos logo abaixo.
O detalhe é a revelação, lá no fim da entrevista: Fedor é um ser humano!
Brincadeiras à parte, vale dar uma lida no que a fera disse, e perceber porque é difícil vencê-lo.
*E atualizando o último post, a luta de Fedor foi vista por 5,46 milhões de pessoas na CBS.
Analisando a luta e o nariz machucado logo no primeiro soco
“Bem, isto realmente acontece comigo algumas vezes. Eu levei o primeiro soco, que nem foi tão dolorido, mas me cortou. Pra dizer a verdade, Brett é um cara muito forte e perigoso, e quando eu tentei derrubá-lo, ele estava muito escorregadio, estava suando. Eu estava tentando controlar a situação. Durante a luta, eu senti que estava dominando, estava no controle, e Brett estava perdendo suas posições”.
“No segundo round, eu tentei utilizar minha velocidade, no ataque e no clinche, para cansá-lo. Olhando para a luta, eu pude ver que ele estava se perdendo. Ele estava se cansando e então eu passei a controlar seu movimentos, até acertá-lo e conseguir o knockdown”.
Estreia em uma jaula e as falhas em seu jogo
"Eu não tive qualquer complicação ou dificuldade (em lutar no Cage). Lutar no cage é um pouco diferente do que no ringue, mas nós trabalhamos duro e eu aprendi algumas técnicas especiais com meus treinadores".
"Eu ainda tenho algumas falhas em minhas técnicas, em minhas habilidades, e é por isso que meus treinadores me pressionam muito para treinar duro e melhorar. Apesar do fato de que eles tentam me trabalhar duro e fazer meu jogo perfeito, eu ainda acho que, em algumas coisas, eu sou um pouco desajeitado".
“Somos todos seres humanos”
"Eu sou desta maneira que sou, mas eu sempre lembro que, quanto mais dura a pessoa se tornar, mais é dolorosa a queda. Eu tento tratar as pessoas da mesma maneira. Nós somos todos seres humanos, com dois braços, duas pernas, e todos somos iguais perante Deus".
*Em tempo: pra quem quiser acompanhar as novidades do blog pelo twitter, pode me seguir: @gvenga
Abraços!
- 16h50
- 10Nov

O site americano “MMA Junkie” divulgou os primeiros números de audiência do Strikeforce, evento que foi realizado no último sábado e teve Fedor Emelianenko na luta principal da noite.
O show foi transmitido pela CBS e o público estimado foi de 3,79 milhões de telespectadores.
Os números, porém, não valem para a luta de Fedor.
O evento durou mais de duas horas e a audiência anunciada foi do horário de 21hs às 23hs, ou seja, antes da luta do russo.
A torcida dos executivos do Strikeforce é de que tenha ultrapassado a casa de cinco milhões de pessoas.
Foi a primeira luta de Fedor Emelianenko na tevê americana sem pay-per-view.
Os números são menores do que os de Kimbo Slice, o popular lutador que ficou famoso na internet e levou mais de 6,5 milhões de telespectadores em sua luta contra James Thompson.
Vice-presidente da CBS, Kelly Kahl disse estar satisfeito com os resultados do evento, principalmente por ter transmitido um show com Fedor como grande atração, não um lutador popular na internet, como Kimbo.
A previsão é de que o retorno do número um do mundo às telas da CBS, marcado para o ano que vem, traga ainda mais audiência à emissora, consolidando o evento e o esporte em uma das principais redes de tevê dos EUA.
Vamos ficar na torcida, desejando vida longa ao vale tudo em uma grande rede, ao sucesso do Strikeforce e, claro, às incríveis atuações do “gordinho”.

Antes de enfrentar Fedor Emelianenko no último sábado, Brett Rogers confessara que pensar sobre o que se passa na cabeça do russo era extremamente desconfortável.
Ninguém sabe quando ele está triste ou alegre, nervoso ou calmo.
É terrível!
Sem lutar desde janeiro, Fedor voltou aos ringues com o mesmo estilo de sempre, a mesma caminhada no ringue, a mesma explosão e, claro, a mesma “patada”.
Foi assim que derrubou Rogers.
O corte no nariz teria sido fruto de um jab que levou do americano, mas Fedor sequer balançou quando tomou o golpe.
A contusão na mão foi culpa sua mesmo, tamanha a força de seus golpes.
Não acho que Rogers endureceu tanto a luta, seu grande mérito foi resistir à pressão do russo.
Isso realmente é um grande feito, principalmente para um lutador não tão experiente.
E, sim, existe vida fora do UFC.
O próximo adversário de Fedor deve ser Fabrício Werdum.
Alistair Overeem também está no páreo.
São dois bons adversários.
O reinado de Fedor impressiona.
São 31 vitórias e apenas uma derrota, que foi por interrupção médica causada por um corte no rosto, em 2000.
Uma derrota para Tsuyoshi Kohsaka, que deve se arrepender amargamente de ter essa vitória no currículo, já que anos depois, em uma revanche, Fedor aplicou uma das maiores surras de sua carreira no japonês.
Fedor vence os strikers por nocaute e os grapplers no chão.
Poucas vezes passou um grande sufoco em uma luta.
E devemos levar em conta que, lutando entre pesos pesados, o “padeiro” pode enfrentar adversários bem maiores.
Fedor Emelianenko é um dos mais baixos da categoria de pesados, não tem o físico que chame a atenção (é chamado de “padeiro” e “gordinho” pelos fãs), e tem uma das expressões mais tranquilas do esporte. É o típico caso do “esse cara não parece ser isso tudo. Olha a cara dele”.
Mas, definitivamente, é o melhor peso pesado que o vale tudo já produziu.
Gleidson Venga começou no jornalismo aos 17 anos. Além de escrever sobre lutas para o ESPN.com.br, é editor do site Portal do Vale Tudo e correspondente internacional do Sherdog.com. Já escreveu para outros sites e revistas do Brasil, EUA, Alemanha e Japão.
Jornalismo e lutas estão misturados em sua vida. Seu pai foi radialista e leitor assíduo de jornais, o que lhe rendeu esse hábito diário desde que aprendeu a ler. Fã de lutas na infância, acompanha o vale tudo desde o início do UFC, há 15 anos, motivado pelas incríveis apresentações de Royce Gracie no evento. Daí para se tornar um praticante foi um pulo, ingressando no Judo e no Jiu-Jitsu, esportes que pratica até hoje. O jornalismo entrou de vez em sua vida aos 17 anos, quando criou seu próprio website e passou a ter uma nova visão sobre o mundo das lutas.
É do tipo que, em época de Olimpíadas, fica 24hs acompanhando todos os esportes.
Jornalismo e lutas estão misturados em sua vida. Seu pai foi radialista e leitor assíduo de jornais, o que lhe rendeu esse hábito diário desde que aprendeu a ler. Fã de lutas na infância, acompanha o vale tudo desde o início do UFC, há 15 anos, motivado pelas incríveis apresentações de Royce Gracie no evento. Daí para se tornar um praticante foi um pulo, ingressando no Judo e no Jiu-Jitsu, esportes que pratica até hoje. O jornalismo entrou de vez em sua vida aos 17 anos, quando criou seu próprio website e passou a ter uma nova visão sobre o mundo das lutas.
É do tipo que, em época de Olimpíadas, fica 24hs acompanhando todos os esportes.
Gleidson Venga começou no jornalismo aos 17 anos. Além de escrever sobre lutas para o ESPN.com.br, é editor do site Portal do Vale Tudo e correspondente internacional do Sherdog.com. Já escreveu para outros sites e revistas do Brasil, EUA, Alemanha e Japão