A Toyota não deve seguir o exemplo de Honda e BMW, e vender o espólio de sua equipe na Fórmula 1. Segundo John Howett, chefe da escuderia, a hipótese de negociar as instalações e material de competição foi descartada pela cúpula da montadora.
"Essa ideia já foi apresentada, discutida e descartada. Talvez ela possa ser revista em algum momento, mas por enquanto não será", disse Howett ao jornal inglês 'The Times'.
A montadora japonesa anunciou na quarta-feira o fim de seu projeto na Fórmula 1, alegando efeitos da crise financeira mundial. Segundo a direção da fábrica, haverá um novo programa de competições, em outra categoria, ainda a ser anunciada.
No fim de 2008, a Honda deixou a categoria e abriu a possibilidade de os funcionários continuarem trabalhando sob nova direção. Então, Ross Brawn adquiriu o espólio da equipe por um preço simbólico e criou a Brawn GP, campeã de pilotos e construtores na temporada deste ano.
A BMW, que anunciou ao longo deste ano sua saída da Fórmula 1, também já negociou suas instalações. Agora, o grupo de investidores Qadbak, com a ajuda de Peter Sauber, tenta conseguir uma vaga na categoria em 2010.
Com o campeonato já encerrado, a Fórmula 1 vive neste final de ano a expectativa sobre a decisão da Renault: a montadora francesa vai deixar a principal categoria do automobilismo mundial?
Dois agraciados com a chance de pilotar o carro da equipe em Jerez de la Frontera foram o norte-americano Alexander Rossi e o mexicano Esteban Gutierrez
O ex-chefe da Renault, só saberá se o seu processo contra a FIA na Justiça francesa foi bem sucedido no dia 5 de janeiro. A primeira audiência do caso se deu nesta terça-feira, em Paris