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- 09h58
- 03Nov
Já sem Barrichello, Brawn descarta o "muito caro" Raikkonen
por ESPN.com.br com Agência GE
Com "99,9%" de chances de manter o campeão mundial Jenson Button para a próxima temporada da Fórmula 1, Ross Brawn agora foca suas atenções para definir o outro piloto de sua equipe.
Agradecido ao trabalho realizado por Rubens Barrichello, agora representante da Williams, o inglês admite que estudou a contratação de Kimi Raikkonen, mas a descartou rapidamente por se tratar de um automobilista "muito caro".
Por também ter sido diretor técnico da Ferrari entre 1994 e 2006 e chefe da Honda em 2008, Brawn acaba de encerrar sua oitava temporada ao lado de Rubinho. Na despedida, ele mostrou o respeito que tem pelo piloto mais experiente da história da Fórmula 1.
"Estou muito satisfeito porque Rubens correrá de novo no ano que vem. Desejamos-lhe o melhor com seu novo time e lhe agradecemos por sua contribuição à Brawn", comentou.
Enquanto se despede de Barrichello, o atual campeão de construtores pensa no futuro. Nas últimas semanas, ele já garantiu que deve permanecer com Button para o próximo Mundial e nesta terça-feira reconheceu que o parceiro do britânico poderia ser Raikkonen.
Não pode mais porque o empresário do finlandês, Steve Robertson, "negocia como se não houvesse uma compensação da Ferrari", conforme criticou Brawn à revista alemã "Auto Motor und Sport". Sua referência é aos cerca de 25 milhões de euros (R$ 65 mi) que o piloto recebeu por ter rescindido seu contrato com a Scuderia um ano antes do previsto para a chegada de Fernando Alonso.
"Ele é muito caro", concluiu o dono da equipe de Brackley. Sem Raikkonen, o companheiro de Button em 2010 deve ser mesmo Nico Rosberg. O alemão, que deixou a Williams após o Grande Prêmio de Abu Dhabi, tem tudo para se beneficiar da parceria entre a Brawn e a fornecedores de motores, a empresa germânica Mercedes-Benz.
Agradecido ao trabalho realizado por Rubens Barrichello, agora representante da Williams, o inglês admite que estudou a contratação de Kimi Raikkonen, mas a descartou rapidamente por se tratar de um automobilista "muito caro".
Por também ter sido diretor técnico da Ferrari entre 1994 e 2006 e chefe da Honda em 2008, Brawn acaba de encerrar sua oitava temporada ao lado de Rubinho. Na despedida, ele mostrou o respeito que tem pelo piloto mais experiente da história da Fórmula 1.
"Estou muito satisfeito porque Rubens correrá de novo no ano que vem. Desejamos-lhe o melhor com seu novo time e lhe agradecemos por sua contribuição à Brawn", comentou.
Enquanto se despede de Barrichello, o atual campeão de construtores pensa no futuro. Nas últimas semanas, ele já garantiu que deve permanecer com Button para o próximo Mundial e nesta terça-feira reconheceu que o parceiro do britânico poderia ser Raikkonen.
Não pode mais porque o empresário do finlandês, Steve Robertson, "negocia como se não houvesse uma compensação da Ferrari", conforme criticou Brawn à revista alemã "Auto Motor und Sport". Sua referência é aos cerca de 25 milhões de euros (R$ 65 mi) que o piloto recebeu por ter rescindido seu contrato com a Scuderia um ano antes do previsto para a chegada de Fernando Alonso.
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