ESPN
- Sugestões da Redação:
- /programacao
- /tabelas
- /blogs
- /pauloviniciuscoelho
- EXPN
- ESPN360
- Patrocínio do site
PARTICIPE
- /blogs
- /cadastro
- /enquete
- /mural
- /promocoes
DIVERSÃO
- /bolao
- /bolaouefa
CANAIS
- /radioeldoradoespn
SUPORTE E AJUDA
- /afiliadas
- /anuncie
- /assine
- /expediente
- /faleconosco
- /quemsomos
- /quemveste
- /trabalheconosco
- Cadastro / Login
- Faça seu cadastro de fã do Esporte
Carregando...
Carregando...
Carregando...
Lopes deve manter Alex Sandro e utilizar Marcio Azevedo
O técnico Antônio Lopes deu indicações nesta terça-feira de qual será a equipe titular do Atlético-PR na partida deste domingo, contra o Botafogo, na Arena da Baixada
Veja mais- 00h46
- 25Nov
VÍDEO: Para Alessandro, Botafogo pode usar a torcida do Atlético-PR a seu favor
O Botafogo tem um duelo decisivo contra o Atlético-PR no próximo domingo, na Arena da Baixada. As duas equipes seguem bastante ameaçadas pelo 'fantasma do rebaixamento'
- 22h58
- 24Nov
Lopes deve manter Alex Sandro e utilizar Marcio Azevedo
O técnico Antônio Lopes deu indicações nesta terça-feira de qual será a equipe titular do Atlético-PR na partida deste domingo, contra o Botafogo, na Arena da Baixada
- 12h56
- 24Nov
Marcinho lamenta tropeço, mas confia em reabilitação do Atlético-PR
"Fizemos uma grande partida, porém por uma infelicidade nossa, tomamos o gol de empate no final do jogo", afirmou o meia
- 12h54
- 24Nov
Rafael Miranda deve reforçar o Atlético-PR diante do Botafogo
Os trabalhos vão continuar até a véspera da partida, quando a situação do jogador será definida pelo departamento médico, que tende a liberá-lo
- 18h46
- 23Nov
Atlético-PR lança campanha para fugir do rebaixamento
A diretoria atleticana elaborou a Agenda Positiva da semana, como explica Ocimar Bolicenho, diretor de futebol do clube
- 12h29
- 23Nov
Paulo Baier quer cabeça erguida no Atlético-PR e pensa no Botafogo
Apesar do tropeço, o Furacão tem outro desafio em sua última partida em casa, e meia convoca o torcedor para que, mesmo desconfiados, compareçam para empurrar o time
- 09h00
- 23Nov
"Brasileilouco"
O Brasileirão 2009 é o mais maluco e emocionante da história. Matematicamente, ainda seis equipes brigam pelo título. Só há um rebaixado confirmado. Quem ainda quer arriscar palpites? Deixe-os aqui!
- 06h45
- 23Nov
Líderes tropeçam e Internacional volta à briga pelo título ao fim da 36ª rodada
A equipe gaúcha conquistou uma grande vitória sobre o Atlético-MG, no Mineirão, ficou bem perto de uma vaga na próxima Taça Libertadores da América, e ainda por cima voltou à disputa do título nacional
- 01h25
- 23Nov
VÍDEO: Os grandes gols da 36ª rodada do Campeonato Brasileiro
A 36ª rodada do Campeonato Brasileiro definiu pouca coisa. A disputa pelo título continua bastante acirrada e apenas o Sport tem o rebaixamento à Série B confirmado
- 23h13
- 22Nov
A matemática de cada time na reta final do Brasileirão. E palpites!
Sete torcidas só assistem às últimas duas rodadas. As outras todas assistem, torcem, sofrem, choram... Na penúltima rodada, oito dos dez jogos valem alguma coisa
por Celso Unzelte
Vermelho do América, preto do Internacional. Essa é a origem do Atlético Paranaense, fruto da fusão de dois outros tradicionais clubes curitibanos, em 1924. Porém, para o primeiro jogo, contra o Universal (vitória atleticana por 4 a 2, em 6 de abril de 1924), os novos uniformes não ficaram prontos. O jeito foi entrar em campo com as camisas listradas em preto e branco que eram do Inter.
Já rubro-negro, o Atlético, inicialmente um clube de elite, como os dois que lhe deram origem, foi aos poucos se popularizando. Campeão estadual logo no ano seguinte à sua fundação, em 1925, bi em 1929 e 1930, primeiro campeão profissional do Paraná, em 1934, novamente campeão em 1936, 1940, 1943 e 1945. O Atlético montou um dos maiores times de sua história em 1949. Naquele ano, o “Furacão” passou por cima de todos os adversários e acabou virando um símbolo do próprio clube.
A história atleticana também foi marcada por dois longos jejuns de títulos estaduais, de 12 anos cada, entre 1958 e 1970 e de 1970 a 1982. Mas, a partir dos anos 90, o clube se moderniza. Constrói a moderna Arena da Baixada, conquista seu primeiro título de campeão brasileiro em 2001 e chega à decisão da Libertadores contra o São Paulo, em 2005.
A saga do clube
Durante boa parte da minha infância, mais precisamente entre os dez e os 14 anos de idade, acostumei-me a acompanhar, ainda que à distância, a saga do Atlético Paranaense. Fosse pelos Gols do Fantástico ou pelas páginas semanais da revista Placar, encantava-me a história daquele time bem diferente do atual, que nos últimos tempos ganhou o respeito de todo o país.
O Atlético da virada dos anos 70 para os 80 enfrentava um longo jejum de títulos estaduais. Vinha desde 1970, ano, aliás, em que a equipe dera fim a um jejum anterior, iniciado em 1958. Quer dizer: em 24 anos, de 1958 a 1982, apenas dois títulos estaduais! E ao mesmo tempo, naquele mesmo período, quanta história dramática para contar...
1) A péssima campanha no Paranaense de 1967, que só não provocou a queda para a segundona estadual porque o presidente Jofre Cabral e Silva comprometeu-se a montar um timaço no ano seguinte. E montou mesmo, com os campeões Djalma Santos e Bellini, ambos já em final de carreira, entre outros.
2) A perda do título paranaense naquele mesmo 1968, com um gol de Paulo Vecchio, para o Coritiba, no último minuto da decisão.
3) A morte do próprio presidente Jofre Cabral em um jogo em Londrina, vítima do coração, ao longo daquele mesmo campeonato.
4) A virada por 4 a 3 em um clássico contra o Coritiba que chegou a estar 2 a 0 para o Coxa, em 1971.
5) A final do Paranaense de 1978, em que depois de três 0 a 0 o goleiro Manga, do Coxa, mesmo com um estiramento na perna, calou os atleticanos nas cobranças de pênaltis.
Eram tempos em que, diziam os próprios atleticanos para convencer o filho a ser rubro-negro, era preciso apelar, lembrando que Zico usava uma camisa igual àquela (até 1989, o Atlético vestia camisas com listras horizontais, iguais às do Flamengo).
Entre o fim da minha infância e o início da minha adolescência, o Atlético também cresceu. Em 1981 já começava a esboçar um time decente e no ano seguinte, com o goleiro Roberto Costa, o volante Lino e o infernal Casal 20 Washington e Assis, quebrou o jejum estadual em grande estilo, faturando os três turnos.
Em 1983, o time foi semifinalista do Brasileiro (caiu nas semifinais apesar de derrotar o super Flamengo de Zico por 2 a 0 no segundo jogo) e bi paranaense, em cima do Coritiba, apesar de já desfalcado de Washington e de Assis, vendidos ao Fluminense.
A partir dos anos 90, o Atlético Paranaense tornou-se esse que hoje todos conhecem, com suas camisas de listras verticais, sua moderna Arena da Baixada, seu título de campeão brasileiro de 2001 e suas participações em Libertadores, que já culminaram, até, em um vice-campeonato. Mas no meu coração de menino aquele Atlético sofrido dos anos 70 terá sempre um lugar reservado.
Nome: Clube Atlético Paranaense
Fundação: 26/3/1924
Apelido: Furacão
Estádio: Arena da Baixada, 24 500
Jogadores mais marcantes
Caju (goleiro, 1933 a 1949)
Djalma Santos (lateral-direito, 1968 a 1971)
Washington e Assis (atacantes, 1982 e 1983)
Paulo Rink e Oséas (atacantes, 1995 a 1997)
Alex Mineiro (atacante, 2001 a 2003 e 2007)
Títulos
1 Brasileiro (2001); 1 Brasileiro da Série B (1995); 21 Campeonatos Paranaenses (1925, 29/30, 34, 36, 40, 43, 45, 49, 58, 70, 82/83, 85, 88, 90, 98, 2000, 2001, 2005 e 2009); 1 Superparanaense (2002)
HINO
Letra: Zinder Lins
Música: Genésio Ramalho
Atlético! Atlético!
Conhecemos teu valor
E a camisa rubro-negra
Só se veste por amor. (bis)
Vamos marchar
Sempre cantando
O hino do Furacão
E no peito ostentando
A faixa de campeão.
Atlético! Atlético!
Conhecemos teu valor
E a camisa rubro-negra
Só se veste por amor. (bis)
O coração atleticano
Estará sempre voltado
Para os feitos do presente
E as glórias do passado.
Atlético! Atlético!
Conhecemos teu valor
E a camisa rubro-negra
Só se veste por amor. (bis)
A tradição, vigor sem jaça,
Nos legou o sangue forte
Rubro-negro é quem tem raça
E não teme a própria morte.
Atlético! Atlético!
Conhecemos teu valor
E a camisa rubro-negra
Só se veste por amor. (bis).